Maquiador é executado com quatro tiros dentro de salão de beleza, no Vieiralves

Segundo a PM, o crime foi praticado por um casal que entrou no salão da empresária Michele Carrate, filha da vereadora Glória Carrate (PRP) se passando por cliente e o homem fez os disparos

Redação e Carla Albuquerque / redacao@diarioam.com.br

Manaus -O maquiador João Felipe Oliveira Martins, 23, foi executado com quatro tiros, na tarde desta quarta-feira, dentro do salão de beleza Sempre Bella, onde ele trabalhava, na Rua Rio Tarauacá, conjunto Vieiralves, bairro Nossa Senhora das Graças, zona centro-sul. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime, gravado por câmeras de segurança do salão pertencente à empresária Michele Carrate, filha da vereadora Glória Carrate (PRP), foi praticado por um casal. O delegado plantonista do 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP) Fábio Silva, disse que a suspeita é de crime passional ou por dívidas.

Maquiador foi morto com quatro tiros dentro de salão de beleza (Foto: Reprodução)

O delegado plantonista do 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Fábio Silva, informou que a suspeita é de crime passional ou por dívidas. Segundo o tenente Thiago Dantas, da 22ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o crime ocorreu por volta das 15h30.

De acordo com ele, um casal entrou no salão se passando por cliente informando que a mulher tinha hora marcada no local. A suspeita, segundo ele, é que os criminosos chegaram ao local em carro apoiados por ocupantes de uma motocicleta.

Câmeras flagraram o momento do crime; veja

As imagens mostram que quando o homem localiza João, vai em direção do maquiador e começa a efetuar os disparos. O rapaz foi atingido, segundo peritos do Instituto de Criminalística (IC) com um tiro na cabeça, um no peito, outro na perna e um na mão.

De acordo com o delegado, Fábio Silva, a polícia identificou várias mensagens de WhatsApp no celular do maquiador. De acordo com ele, as informações irão ajudar a polícia a localizar os suspeitos. “Temos algumas suspeitas já. Uma delas é na linha de crime passional porque no celular dele tinham várias mensagens de gente com quem ele se relacionava. A outra é de que foi morto por conta de dívidas”, falou Silva.

O delegado informou, ainda, que as investigações serão conduzidas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Nenhum responsável pelo salão quis falar com a imprensa.

Crime aconteceu dentro do local onde a vítima trabalhava (Foto: Eraldo Lopes)


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