Brasil é um dos países mais perigosos para os ativistas

Até agosto deste ano, 58 defensores dos direitos humanos foram mortos. Em todo o ano de 2016, foram 66 mortes

Brasil é um dos países mais perigosos para os ativistas
Brasil é um dos países com o maior registro de mortes de ativistas dos direitos humanos. Até agosto deste ano, 58 defensores dos direitos humanos foram mortos. Em todo o ano de 2016, foram 66 mortes. Os dados constam no relatório Ataques Letais mas Evitáveis: Assassinatos e Desaparecimentos Forçados daqueles que Defendem os Direitos Humanos, divulgado nesta terça-feira (5) pela Anistia Internacional. A maioria dos casos registrados entre janeiro e agosto de 2017 envolve indígenas, trabalhadores rurais e pessoas envolvidas com disputas de terra, território e luta pelo meio ambiente. De acordo com a entidade, os números colocam o Brasil como “um dos mais perigosos do mundo para defensores e defensoras de direitos humanos”. Brasil, Colômbia, Filipinas, Índia e Honduras aparecem no topo da lista, conforme a Anistia. “No Brasil, quem defende o meio ambiente contra o desmatamento ilegal e quem reivindica acesso à terra para comunidades sem-terra enfrentam os poderosos interesses daqueles que exploram os recursos naturais e se opõem à reforma agrária”, diz o estudo.

Consultoria para a ALE
A Assembleia Legislativa do Estado (ALE) vai licitar, amanhã, a contratação de consultoria para avaliar o valor do contrato com o banco que vai cuidar de sua folha de pagamento

Venda de shoppings

A BR Malls, dona do Amazonas Shopping, em Manaus, confirmou que estão em andamento tratativas para venda de três shopping centers, mas não informou quais.

Comunicação do MPE

O Ministério Público do Estado (MPE) fará, dia 19, licitação para registro de preços para futura contratação de serviços de sonorização e comunicação audiovisual, por 12 meses.

Menos críticas

Para amenizar as críticas, o governo estuda obrigar os compradores de empresas do sistema Eletrobras a aplicar recursos em medidas ambientais.

PF não muda no Estado

O novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, deverá trocar ao menos 12 dos 27 superintendes regionais. O do Amazonas, Alexandre Saraiva, deve ser mantido no cargo



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