Deputados temem energia mais cara com privatização

Manaus – A audiência pública da Comissão Especial que trata do projeto de privatização da Eletrobras na Câmara dos Deputados foi marcada por críticas de deputados à iniciativa do governo de vender a estatal responsável por um terço da geração de […]

Manaus – A audiência pública da Comissão Especial que trata do projeto de privatização da Eletrobras na Câmara dos Deputados foi marcada por críticas de deputados à iniciativa do governo de vender a estatal responsável por um terço da geração de energia. Com a participação majoritária de parlamentares contrários ao projeto, os deputados criticaram o que chamaram de ‘entrega’ do setor energético e a possibilidade de aumento nas contas de energia com a privatização. De outro lado, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse durante a audiência que os custos de transmissão e distribuição da empresa são maiores que os previstos pela regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que implica tarifas menores. A Eletrobras precisaria investir cerca de R$ 14 bilhões para ser competitiva. A proposta do governo é realizar o leilão de privatização das distribuidoras da Eletrobras, que devem ser adquiridas pelo valor simbólico de R$ 50 mil, e a capitalização das ações do governo, até que a União se torne sócia minoritária.

Perdas

A base aliada do governador Amazonino Mendes perdeu quatro deputados estaduais na Assembleia Legislativa, que passaram a se declarar como independentes.

Anori 1

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) julgou irregulares as contas do exercício de 2013 da Prefeitura de Anori, e determinou a devolução de R$ 198,5 mil aos cofres públicos, pela então prefeita Sansuray Xavier.

Anori 2
Entre as irregularidades estão atrasos de 12 meses no envio dos registros, além de serviços e obras supostamente executados, sem a identificação de pagamentos de notas fiscais, totalizando R$ 175,8 mil.

Manicoré

Sobre a nota publicada, ontem, referente a prestação de serviços, o prefeito de Manicoré, Sabá Medeiros, esclareceu que o pagamento de R$ 247 mil para a empresa Irmãos Costa Gomes Ltda é anual e foi feito dentro da legalidade por meio de licitação e que o mesmo só será efetuado mediante a prestação do serviço contratado diante da real necessidade do município.