Movimento de jovens quer novos nomes no Legislativo

Na contramão de uma tendência de manutenção da atual composição política, o movimento Acredito quer injetar ideias e caras novas no Congresso Nacional

Da Redação / redacao@diarioam.com.br

Manaus – Na contramão de uma tendência de manutenção da atual composição política, o movimento Acredito quer injetar ideias e caras novas no Congresso Nacional. Resultado da união de movimentos surgidos a partir das manifestações de rua de 2013, o Acredito reúne cerca de 2 mil jovens em 14 Estados e lançou 24 candidatos a senador, deputado federal, estadual e distrital em 12 Unidades da Federação, por nove diferentes partidos, segundo informou a Agência Brasil. Entram na campanha eleitoral com a ordem de renovar as práticas políticas. Entre os escolhidos, um terço de mulheres e outro um terço de negros.

De um lado, os candidatos se comprometeram com um teto de gastos na campanha diferente do estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles poderão aplicar no máximo a metade do limite legal para o cargo disputado. Ou seja, a campanha de um candidato do Acredito para deputado estadual ou distrital não poderá custar mais do que R$ 500 mil. Além disso, um mesmo doador só poderá contribuir com até 20% do teto da campanha.

Gestão

No lançamento do pacote de gestão, o prefeito Arthur Neto cobrou eficiência do Estado ao dizer “que não se pode gastar para depois ficar ‘encalacrado’ com a Lei de Responsabilidade Fiscal, como o que está acontecendo com o governo estadual”.

Senadores

Pelo menos 14 senadores vão disputar o governo de seus Estados nas eleições de outubro, segundo levantamento da Agência Brasil. Com mandatos de oito anos, com exceção de João Capiberibe (PSB-AP), que está em seu último ano, todos estão com vaga no Senado, até 2023.

Prudência

Ao abrir os trabalhos do segundo semestre, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, disse esperar prudência dos demais ministros em suas decisões e afirmou ser inaceitável que decisões judiciais sejam descumpridas.

Postos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) apresentará, hoje, os resultados das quase 5 mil fiscalizações em postos de saúde da rede pública, no período de 2014 a 2017.