PF não fará policiamento em terras indígenas, decide desembargador

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a suspensão da liminar, alegando que a PF não tem atribuição constitucional para fazer policiamento ostensivo

Da Redação / redacao@diarioam.com.br

Manaus – O desembargador federal Hilton Queiroz, presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, suspendeu liminar que obrigava a Polícia Federal (PF) a fazer policiamento ostensivo nas terras indígenas Tukuna Umariaçu e Evaré I, em Tabatinga (AM). A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a suspensão da liminar, alegando que a PF não tem atribuição constitucional para fazer policiamento ostensivo, além de ser inviável fiscalizar as terras, que possuem grande extensão.

PF não fará policiamento em terras indígenas, decide desembargador (Foto: Fapeam/Divulgação)

Madeira ilegal
Operação de combate à exploração ilegal de madeira realizada pelo Ibama resultou na apreensão de 685 metros cúbicos de madeira serrada no Espírito Santo, o equivalente a 20 carretas carregadas, provenientes da Amazônia.

Por uma bicicleta
A Polícia de Roraima prendeu o suspeito de atear fogo em uma família de venezuelanos, na semana passada. O guianense Gordon Fowler confessou e disse que teve bicicleta roubada, “tomou raiva” e decidiu se vingar.

A volta da malária
Após queda entre 2005 e 2014, a malária voltou a crescer em cinco países da América Latina: Brasil, Equador, México, Nicarágua e Venezuela, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, que emitiu alerta pedindo para que os cuidados sejam reforçados.

R$ 19,4 mi à Umanizzare
Só este ano, em menos de dois meses, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária pagou R$ 19,4 milhões para a empresa Umanizzare, por serviços nas penitenciárias.