Um belo janeiro

"Sempre que termina o primeiro mês do ano, fico feliz porque passei em meio a um caldeirão de emoções que nunca se repetem e jamais serão as mesmas no próximo janeiro"

Seu comentário / redacao@diarioam.com.br

Um belo janeiro

Sempre que termina o primeiro mês do ano, fico feliz porque passei em meio a um caldeirão de emoções que nunca se repetem e jamais serão as mesmas no próximo janeiro. Vejo tudo, busco pessoas que gosto de estar o ano todo e podem participar, comigo, de uma programação cultural que nos ensina – é, gente, adoro aprender – nos engrandece culturalmente, nos alimenta a alma e a mente. Também estreito laços de amizade que, tenho certeza, não se quebrarão durante o decorrer de 2018 e seguirá sempre e sempre. Conheço novos restaurantes, mas volto aos antigos e aos que já conheço para agradar o paladar. Sempre.

Nesse delicioso hiato de vida, aproveito para rever amigos cariocas, como foi o caso de Eliete Rosas, uma amizade de longa data e de muitas histórias. Foram várias e diversas gargalhadas lembrando de um tempo que o Rio era do carioca e também de quem por aqui chegava… Tempo bom. Mas, não estou reclamando, não, porque o Rio de Janeiro, apesar dos pesares, continua eternamente ‘Garota de Ipanema’, o que dita a moda do verão, os modismos que ganham mundo, viram chiclete nas nossas mentes… ou seja, continua lindo!