Comércio do Amazonas tem alta de 2,4%, diz IBGE

Já com relação a agosto do ano passado, o comércio do Amazonas cresceu 1,1%, abaixo dos 4,1% do País. No acumulado de janeiro a agosto, as vendas do varejo tiveram alta de 5,7%

Beatriz Gomes / redacao@diarioam.com.br

Manaus – Após duas quedas consecutivas, as vendas do comércio varejista do Amazonas registram crescimento de 2,4%, em agosto, comparado a julho. O resultado ficou acima da média nacional de 1,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O faturamento das empresas do setor indicaram uma alta de 2,3% na mesma comparação.

No País, sete dos oito segmentos do varejo tiveram crescimento. (Foto: Sandro Pereira/RDC)

Já com relação a agosto do ano passado, o comércio do Amazonas cresceu 1,1%, abaixo dos 4,1% do País. Em julho, houve queda de 3,4%. Com relação à receita nominal (descontada a perda da inflação), a alta foi de 3%, com relação a agosto de 2017.

No acumulado de janeiro a agosto, as vendas do varejo tiveram alta de 5,7%, com perda de ritmo, com relação aos meses anteriores, assim como nos últimos 12 meses, com crescimento de 7,6%, abaixo dos meses anteriores. No ano, a receita nominal cresceu 5,9% e 6,7%, nos últimos 12 meses.

Quando analisado o comércio ampliado, que inclui vendas de automóveis e materiais de construção, o Amazonas teve alta de 3,2%, em agosto, comparado a julho, abaixo dos 4,2% do País. Com relação a agosto do ano passado, houve crescimento de 9,6%, acima dos 6,9% da média nacional. Já a receita nominal do comércio ampliado, registrou altas de 3,1% na comparação a julho e de 10,8%, com relação a agosto de 2017, 10,9% no acumulado do ano e 12,5% nos 12 meses.

O volume de vendas do comércio varejista do Brasil teve um crescimento de 1,3% de julho para agosto deste ano. Em julho, o setor teve queda de 0,1%. O resultado de agosto recupera parte da perda de 1,5% acumulada nos três meses anteriores.

O varejo também apresentou altas de 0,3% na média móvel trimestral, de 4,1% na comparação com agosto de 2017, de 2,6% no acumulado do ano e de 3,3% no acumulado de 12 meses.

Sete dos oito segmentos do varejo tiveram crescimento de julho para agosto, com destaque para combustíveis e lubrificantes (3%) e tecidos, vestuário e calçados (5,6%).

Também tiveram alta os setores de supermercados, alimentos e bebidas (0,7%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (0,9%), móveis e eletrodomésticos (2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,5%) e equipamentos para material para escritório, informática e comunicação (0,6%).

O único segmento com recuo foi o de livros, jornais e papelaria: -2,5%. O varejo ampliado, que também inclui os segmentos de materiais de construção e de veículos e peças, teve crescimento de 4,2% por conta de altas de 5,4% no setor de veículos e de 4,6% dos materiais de construção.