Penarol tem a maior média de público do Campeonato Amazonense

O Leão da Velha Serpa disputou sete partidas até a oitava rodada e levou 2.918 torcedores ao Estádio Floro de Mendonça em apenas três jogos como mandante.

Manaus – O Nacional é o clube de maior torcida no Estado e, por isso, é  conhecido como ‘O mais querido do Amazonas’, mas o Penarol, de Itacoatiara (a 176 quilômetros de Manaus) é o dono da maior média de público e renda até a oitava rodada do Campeonato Amazonense deste ano.

O Leão da Velha Serpa disputou sete partidas até a oitava rodada e levou 2.918 torcedores ao Estádio Floro de Mendonça em apenas três jogos como mandante. O apoio dos torcedores rendeu R$ 28,7 mil ao Penarol, média de R$ 9,5 mil arrecadados com a bilheteria em cada uma das três partidas. A média de público do clube itacoatiarense é de 973 torcedores pagantes por jogo.

O apoio dos torcedores ao Leão Azul não se resume aos jogos do Estadual. Na Copa do Brasil, 1.772 torcedores assistiram a derrota por 3 a 2 do Penarol para o Paysandu-PA. Este ano, o time de Itacoatiara precisará ter o prestígio incondicional da torcida o ano inteiro. O clube é o atual campeão amazonense e vai disputar pela primeira vez a Série D do Campeonato Brasileiro a partir do mês de julho.

Apesar de ter a maior torcida do Estado, o Nacional levou apenas 2.114 espectadores aos jogos como mandante.

O Leão da Vila Municipal também disputou sete partidas até a oitava rodada, sendo três com o mando de campo. Entre os jogos houve os clássicos contra o São Raimundo e o Fast. No famoso clássico Rio-Nal diante do Rio Negro, que teve o maior público do Estadual em jogos na capital (1.090 pagantes) o mando foi do Galo. A torcida do Naça gerou renda de R$ 17,8 mil com bilheteria. As médias do Leão da Vila Municipal são de 705 torcedores pagantes e renda de R$5,9 mil por jogo.

O terceiro colocado no ranking é o Rio Negro. Em três partidas como mandante, de sete disputadas, 1.822 torcedores do Alvinegro pagaram ingresso e geraram R$ 15,5 mil de receita ao clube.

Equipes de Manacapuru superam Tufão e Fast

A dupla de Manacapuru (a 68 quilômetros da capital), formada por Princesa do Solimões e Operário aparece à frente de clubes de maior expressão do Estado, como São Raimundo e Fast Clube. O Princesa do Solimões é o quarto colocado no ranking e levou ao Estádio Gilberto Mestrinho, o Gilbertão, 1.820 torcedores em três rodadas como mandante. A média do Tubarão é de 607 pagantes para uma renda de R$ 5,7 mil por partida.

Para assistir o debutante da Série A do Estadual, o Operário, 2.887 pessoas pagaram ingressos e garantiram uma bilheteria de R$ 26,5 mil em cinco jogos no Gilbertão ao Sapão. A média é de 577 torcedores e arrecadação de R$ 5,3 mil nas partidas do Operário.

Na sexta posição aparece o São Raimundo, com média de 386 torcedores e R$ 3 mil de renda em quatro jogos como mandante. Ao todo, 1.546 torcedores do Tufão compareceram aos jogos e geraram R$ 12,3 mil de receita ao clube. Com números inferiores, o Fast Clube aparece apenas na sétima posição, com média de 371,75 torcedores pagantes e R$ 2,7 mil de renda por partida. Nas quatro apresentações com o mando de campo, o Rolo Compressor acumulou 1.487 torcedores e adicionou R$ 10,9 mil aos cofres do clube.

Nas últimas colocações do campeonato, América e Sul América apresentam números semelhantes aos da classificação do campeonato. O Mequinha tem média de 144 torcedores pagantes por jogo e Sulão de 128. A arrecadação também é pífia para os dois Alvirrubros. O América tem receita média de R$ 1,2 mil por partida e o Trem da Colina pouco mais de R$ 1,1 mil.

No total, 15.388 torcedores pagaram para assistir os jogos do Estadual até a oitava rodada, média de apenas 481 torcedores por jogo.