Temer telefona para presidente português e oferece ajuda no combate a incêndio

Desde sábado (17), bombeiros tentam controlar as chamas. Até o momento, foram confirmados 62 mortes e 62 feridos.

Agência Brasil / redacao@diarioam.com.br

Incêndio florestal que afetou a região de Leiria, no centro do País (Foto: Paulo Novais/Agência Lusa)
Incêndio florestal que afetou a região de Leiria, no centro do País (Foto: Paulo Novais/Agência Lusa)

Brasília – O presidente Michel Temer telefonou para o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, para transmitir solidariedade com as mortes e a destruição ocorridas após um incêndio florestal que afetou a região de Leiria, no centro do País. O presidente brasileiro também ofereceu uma aeronave de combate a incêndios. Desde sábado (17), bombeiros tentam controlar as chamas. Até o momento, foram confirmados 62 mortes e 62 feridos.

“Telefonei ao presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, para transmitir solidariedade pelos incêndios em Leiria, com tantas vítimas. Afirmei que o Brasil está pronto a cooperar. Ofereci, se necessário, o envio de aeronave de combate a incêndios”, afirmou Temer por meio de sua conta no Twitter.

Ajuda na Europa

Quase 2 mil bombeiros continuam combatendo o fogo nesta segunda-feira (19), no centro Portugal. O maior número de vítimas foi registrado na vila de Pedrogão Grande, mas o fogo se alastrou também pelas de Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. A Espanha, país vizinho a Portugal, já presta auxílio com aviões para combater o incêndio. É esperada, ainda, ajuda da França.

O presidente português fez um apelo hoje (19) pedindo para que as investigações sobre as causas do acidente fiquem para depois de controlado o incêndio. “Depois, teremos todo o tempo do mundo para falar de causas, de reflexões, de análise, discutir as condições meteorológicas, da natureza e de tudo o que faz falta”, disse Rebelo de Sousa. A causa mais provável do incêndio foi a queda de um raio em uma árvore, segundo disseram fontes da Polícia Judicial à Agência EFE.

*com informações da agência EFE.



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