Vencer ganhará coluna ‘Diário da Luta’, assinada pelo faixa preta Almério Augusto

Coluna estreia no próximo domingo (24), e será assinada pelo faixa preta três graus, advogado e árbitro profissional de jiu-jítsu Almério Augusto Cabral

Natasha Pinto / vencer@diarioam.com.br

Manaus – Amarre sua faixa, calce suas luvas e prepare-se reviver boas histórias da luta no Amazonas. A partir deste domingo (24), o Vencer, caderno de esportes do jornal Diário do Amazonas, estreia a coluna ‘Diário da Luta’, que será assinada pelo faixa preta três graus, advogado e árbitro profissional de jiu-jítsu Almério Augusto Cabral, 36. O espaço, que será publicado sempre nas edições de domingo, terá sua primeira edição no dia 24 de fevereiro.

Coluna de Almério Augusto erá publicada sempre nas edições de domingo, terá sua primeira edição no dia 24 de fevereiro. (Foto: Jimmy Geber/GDC)

“É uma forma de resgatar nossa história no mundo da luta, que é característica do povo amazonense. Também é uma maneira de homenagear tantos mestres e senseis, que, até hoje, lutam pelo esporte com muito esforço, formando campeões e levando o nome do nosso Estado para o mundo”, disse Almério.

Quanto ao tema a ser abordado na primeira edição, Almério não revelou o conteúdo. Porém, deu pista de que pode vir uma história centenária do jiu-jítsu no Estado do Amazonas.“Nesta primeira edição, vamos prestigiar os grandes artistas marciais da nossa terra, que são aqueles que vivenciam a luta da sobrevivência e do desenvolvimento da arte marcial. É uma história centenária que vai emocionar os corações de quem ama o jiu-jítsu”, completou.

Almério acredita que o espaço reservado ao esporte é uma maneira de divulgar ainda mais a luta no Estado. Justamente por isso, o colunista pretende interagir com os leitores por meio das suas redes sociais. Para isso pede para que o sigam no Instagram e Facebook, @almerioaugusto, para que possam rolar no tatame virtual.

“A ideia é ter uma presença forte nas mídias sociais, que hoje é a grande ferramenta de interatividade com o leitor. Nós temos uma linha muito forte, nas lutas de alavanca, mas teremos espaço para outros tipos de luta, como a capoeira, o karatê, o muay thai, entre outros. Queremos dar espaço para todos os tipos de arte marcial”, finalizou.