Ambientes mais orgânicos para o ano que vem

A arquiteta Mylena Bonfim adianta tendências para os mais diversos ambientes ao longo de 2019. Segundo a especialista, todos podem 'usar e abusar' de tons pastel

Da Redação / plus@diarioam.com.br

Manaus – O final do ano se aproxima e muitos deixam para reformar casas, escritórios e apartamentos nesta época do ano, com o intuito de começar o ano seguinte em um espaço ‘de cara nova’. De acordo com a arquiteta Mylena Bonfim, para 2019 a aposta é que a reforma conte com um ‘shape’ mais orgânico. “Optando por formas mais sinuosas e não tão retas como anteriormente, com um ar mais minimalista e também funcional. Portanto, formas ovais e redondas serão tendência”, explica ela.

Móveis multifuncionais com design que favoreça a sua utilização são a pedida para 2019 (Foto: Divulgação)

Além disso, a especialista informa que todos podem ‘usar e abusar’ de tons pastel. “Pode apostar em tons de bege e também terrosos, além de umas pitadas de bordô para dar um diferencial ao ambiente”, adianta.

No que diz respeito aos móveis, Mylena diz que eles devem ser mais multifuncionais com design que favoreça a sua utilização. “O morador deve escolher aqueles (móveis) que mais favoreçam a sua utilização, sem esquecer da inspiração orgânica. Um dos locais que conta com essa ‘personalização’ é a Dell Anno Manaus. Eles possuem móveis com linhas mais orgânicos e que se adequam ao gosto de cada um. Isso sem esquecer da integração dos cômodos para um melhor aproveitamento dos espaços”, diz.

A arquiteta lembra, ainda, que, em 2018, a praticidade, o uso de metais como bronze e dourado e tons esverdeados e acinzentados foram utilizados com frequência e que permanecem para 2019. “Assim como o uso de madeiras de reflorestamento que aquece o ambiente, só que agora em tons mais escuros”, ressalta.

Outro ponto abordado por Mylena é com relação ao ‘contato’ com a natureza. “A busca pelo verde e a integração com o mesmo continuará presente, nem que seja por meio da cor ou de vasos de planta! Sem esquecer da utilização de produtos que cada vez mais preservem a natureza. O feito à mão e toda a sua irregularidade e exclusividade também continuarão em alta”, finaliza.