Cia faz homenagem à dramaturga Maria Clara Machado, no Teatro Amazonas

Grupo Apareceu a Margarida estreia adaptação de ‘O Rapto das Cebolinhas’, da dramaturga. A companhia promoverá outras peças baseadas no trabalho da escritora

Da Redação / plus@diarioam.com.br

Manaus – Ao completar 20 anos de labuta teatral, no Amazonas, a Companhia Apareceu a Margarida promove, no próximo dia 15, às 19h, no Teatro Amazonas (Largo São Sebastião, Centro), a estreia do mais novo espetáculo de seu repertório, ‘O Rapto das Cebolinhas’, da lendária dramaturga Maria Clara Machado. Os ingressos poderão ser adquiridos aos preços de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

Tributo à dramaturga seguirá até 2021, data em que Maria Clara completaria 100 anos (Foto: Reprodução/Facebook)

Na trama, o coronel Felício – que vive em uma fazenda com os netos Maneco e Lúcia, a gata Florípedes e o cachorro Gaspar – cultiva três preciosos pés de cebolinha da Índia. Quem toma o chá destas plantas tem garantia de vida longa e alegria. Quando uma delas é roubada da horta, o coronel contrata o detetive Camaleão Alface para desvendar o mistério. Reviravoltas, música, diversão e confusão são os ingredientes principais da montagem.

A ideia de montar o espetáculo ocorreu no início do ano, quando o grupo fazia laboratórios cênicos para a escolha de novas peças para o seu repertório. “Iríamos montar outra obra, mas, depois, averiguamos e Maria Clara Machado sempre é sinônimo de um bom teatro para as crianças e jovens do Brasil”, destacou Michel Guerrero, ator, diretor e produtor de ‘O Rapto das Cebolinhas’.

Com a escolha, a Companhia Apareceu a Margarida resolveu estender a homenagem à autora, batizando o projeto de ‘Tetralogia da Infância no Tablado: 100 anos de Maria Clara Machado’, em que, a cada ano, será montada uma obra da dramaturga, de 2018 até 2021, quando ela completaria 100 anos.

Equipe

‘O Rapto das Cebolinhas’ tem a direção e produção executiva de Michel Guerrero e conta, em seu elenco, com os artistas Nivaldo Mota (coronel), Diogo Ramon (Maneco), Aline Guedes (Lúcia), Branco Souza (cachorro e sapo), Márcia Siqueira (gata), Lívia Prado (tia Maria Clara) e Marcos Paiva (médico), além do próprio Guerrero (Camaleão Alface).

Na ficha técnica da montagem, estão: Carlinhos Bandeira e Lívia Prado (arranjos e trilha sonora), Douglas Rodrigues (cenários e operação de iluminação), Lívia Prado (figurinos), Michel Guerrero (maquiagem e iluminação) e Dione Maciel (costureira).

A peça tem o apoio cultural da Federação de Teatro do Amazonas (Fetam) e Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas (AACA). Mais informações sobre a sessão do dia 15 podem ser adquiridas pelo telefone (92) 99331-7090.