Inspirados na ficção científica, robôs ‘simpáticos’ começam a chegar ao mercado

Segundo a consultoria P&S Market Research, o mercado de robôs pessoais deve movimentar US$ 34 bilhões, em 2022

Das Agências / redacao@diarioam.com.br

São Paulo – Robôs capazes de conversar, interagir com seres humanos e até expressar emoções fazem parte do imaginário popular, há algum tempo, graças à ficção científica. Agora, isso começa a virar realidade, com startups e gigantes de tecnologia colocando no mercado uma nova geração de androides simpáticos, com design inovador e habilidade para responder ao chamado humano.

Robôs como Jibo foram criados para ganhar espaço dentro dos lares (Foto: Divulgação)

É um negócio promissor: segundo a consultoria P&S Market Research, o mercado de robôs pessoais deve movimentar US$ 34 bilhões, em 2022. Os dispositivos podem ser úteis em diversas áreas: além de simplesmente entreter com sua graça, também podem servir como companhia e executar serviços nas áreas de saúde, atendimento e cuidados pessoais.

“Eles serão ótimos para substituir humanos em tarefas altamente repetitivas, como a de recepcionista”, diz With Andrews, vice-presidente de pesquisas da consultoria Gartner. “Outra possibilidade é cuidar de idosos, uma área em que faltam profissionais qualificados”.

Na categoria de robôs ‘fofinhos’, Jibo, Aibo, Kuri e Buddy foram criados para ganhar espaço dentro dos lares, bastante inspirados pela ficção. O Buddy, da francesa Blue Frog, foi inventado porque seu criador era fã da série Star Wars e sonhava ter um R2-D2 como companheiro.

Todos fazem truques parecidos, como tirar fotos dos donos, falar algumas frases (ou latir), correr, dançar e simular sentimentos como excitação, alegria, tristeza e surpresa ao reconhecer os usuários. Além disso, todos têm feições delimitadas, que lembram humanos ou cães, mas de forma não realista.



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