Bombeiros continuam combate à incêndio em porto na Colônia Oliveira Machado; veja vídeos

Por volta das 22h30, corporação ainda atuava no controle das chamas. Previsão é que o trabalho dure até a madrugada desta quarta (19)

Manaus – Um incêndio de grandes proporções atingiu um porto privado no bairro Colônia Oliveira Machado, zona sul de Manaus, na tarde desta terça-feira (18). O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) foi acionado para controlar as chamas. Não houve feridos.

De acordo com os bombeiros, o incêndio iniciou após um raio atingir um dos contêineres que estavam no local. Cerca de 15 viaturas do CBMAM atuam no combate às chamas. Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, a descarga de energia natural (raio) causou a explosão do contêiner. No local havia cerca de 35 contêineres, dos quais 16 foram tomados pelo fogo.

“Os contêineres estão na área de risco, já sofrendo a incidência de fortes chamas com elevadas temperaturas. Próximo desses blocos de contêiner, temos também tanques com álcool etílico e hexano sofrendo a ação das chamas. Então nós estamos tentando confiná-lo. Ele (fogo) já foi controlado, sua propagação foi controlada, e nós estamos lutando ainda para fazer o confinamento, tendo em vista que os materiais e os contêineres que estão ao redor estão sofrendo a incidência do calor e têm o risco, também, de pegarem fogo”, explicou o major da corporação, Janderson Lopes.

A ação de combate contou com quatro bombas tanques, que disponibilizam cinco mil litros de água, além de três tanques de abastecimento, que oferecem 15 mil litros de água. Ao todo, 30 militares atuam no combate. Até às 22h40 cerca de 200 mil litros de água foram usados para apagar o incêndio. Por volta das 22h45, o Corpo de Bombeiros ainda trabalhava no controle das chamas.

“O combate ainda se estende. O incêndio continua confinado aos contêineres já queimados. Continuamos a evitar sua propagação para os outros contêineres, mas as chamas ainda não foram debeladas. Ainda parece distante o fim do combate”, destacou o major do CBMAM.

Por conta dos produtos químicos comburentes que estavam nos contêineres, a corporação trabalhou com a possibilidade de explosão e por várias vezes foram identificadas a presença de chamas e fumaça no porto. “A gente tá resfriando esses tanques para que isso (explosão) não aconteça”, relatou Janderson

***Matéria atualizada às 22h50***

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