Bueiro entupido exala forte odor e afasta clientes de comércios, na Cidade Nova

Moradores de diferentes partes da capital denunciam, ainda, casos de buracos e lixeiras a céu aberto; confira

Manaus – Um bueiro entupido na Avenida Timbiras, no Núcleo 2, no bairro Cidade Nova 2, na zona norte de Manaus, está trazendo mau cheiro e afastando a clientela dos comerciantes. Segundo moradores e empresários da área, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) até já foi ao local, mas deixou o trabalho incompleto.

O esgoto que escorre pela rua, conforme o comerciante Antônio Costa, 61, é sanitário e, além do odor forte de fezes e urina, a água contamina crianças e moradores do local. Segundo o comerciante, no último dia 6 deste mês, uma equipe chegou ao local para desobstruir a passagem do esgoto, mas com uma limpeza superficial e sem realizar a retirada do entulho, no dia seguinte, com a chuva, o bueiro voltou a ficar entupido.

(Foto: Divulgação)

“Tinham que trocar os tubos, mas eles chegaram quase de noite, tiraram um pouco de areia e mais nada. Vem faz um ‘caqueado’, mexe aqui e ali, mas não fazem direito. Nesta época de chuva vai piorar, porque eles não dão manutenção, não fazem limpeza. Fica um fedor horrível”, reclamou o comerciante. O homem reclamou das impurezas que acabam indo para casa. “Os vizinhos vão passar para sua garagem, entram com carro nessa água podre e levam pra dentro de casa. Já tem ano que está assim”, lamentou.

O local está localizado ainda em frente a uma escola e a agente de crédito Kelly Souza se preocupa com as crianças. Além dos estudantes, Kelly conta que tem duas crianças pequenas em casa, uma delas é recém-nascida, e que o odor forte do esgoto chega até os pequenos. “Fica horrível, insuportável o cheiro. E quando chove ninguém consegue sair de casa. Ficamos do lado de dentro da casa para não ter que passar pelo bueiro”, afirmou a moradora. A Seminf informou que a situação já foi encaminhada ao distrito de obras do bairro para ser inserida na nossa programação com urgência.

Buracos no Manoa deixam moradores preocupados

Moradores da Rua Espinosa, no conjunto Manoa, zona de norte, denunciam a grande quantidade de buracos no local. De acordo com Evelyn Soares Magalhães, 18, a situação persiste no local há quase dez meses. “Por ser uma rua que é perto da principal, muitos carros entram aqui e os buracos abrem mais. À noite, se um carro passar com muita velocidade pode até danificar a parte de baixo do carro”, disse Evelyn.

A REDE DIÁRIO DE COMUNICAÇÃO (RDC) entrou em contato com a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), mas não obteve resposta.

Após denúncia, bairro tem nova lixeira a céu aberto

Depois da REDE DIÁRIO DE COMUNICAÇÃO (RDC) denunciar uma lixeira a céu aberto ao lado de uma quadra, no bairro Nossa Senhora das Graças, na zona centro-sul de Manaus, moradores do bairro voltaram a reclamar que, desta vez, o problema mudou de local. No mês de novembro, a reportagem esteve no bairro e flagrou o despejo de lixo.

Conforme os moradores da área, após a Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Sempab) ser acionada, o local não foi mais alvo deste tipo de problema.

blank

Mas, segundo o advogado Carlos Duarte, que é morador da área, semanas depois da denúncia, outro ponto do bairro, desta vez na Rua Cuiabá, passou a receber todo tipo de dejeto. Geladeira, madeira, freezer, restos de construção e até mesmo um cofre velho estão depositados no meio da rua. Além da lixeira a céu aberto, o advogado afirmou que a preocupação é de que o material despejado na via provoque
acidentes.

“Não é gente aqui do bairro. Minha mãe já até falou com esse senhor, ele disse que não ia jogar mais. No entanto, ele continua jogando. E fica acumulando. A gente tem medo que a qualquer hora cause um acidente”, disse o advogado. Mais uma vez, a RDC entrou em contato com o órgão competente sobre o problema, mas, até a publicação desta matéria, a Sempab não havia respondido à solicitação.

Trânsito intenso graças a buraco em via, no São José

Quem mora na Rua Marginal, no São José 2, zona leste da cidade, tem enfrentado transtornos com os buracos na área. Francinata Souza da Silva, 42, que tem um comércio no local, diz que a situação persiste há três meses. “O trânsito fica precário nesse local aqui, é um transtorno grande, fica muito congestionado. Eu liguei para o órgão responsável e eles responderam que a usina está sem asfalto, estão esperando produzir o asfalto para poder tampar os buracos”, disse.

Anúncio