Casarão de Ideias alcança meta e prepara tour virtual nos 125 anos do Teatro Amazonas

‘Teatro Amazonas – Um Jogo em Memórias’ consiste na criação um quebra-cabeça em plataforma virtual, onde cada peça encaixada apresenta uma curiosidade de seu passado

Manaus – Nesta terça-feira (15), o Casarão de Ideias, espaço cultural e de fomento localizado no centro de Manaus, atingiu 100% da meta de doações para dar vida ao projeto ‘Teatro Amazonas: Um Jogo em Memórias’, nos 125 anos de criação do maior símbolo cultural do Estado.

A ideia, que visa a preservação da memória da construção arquitetônica mais famosa do Amazonas, foi aprovada, no mês de abril, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O ‘Teatro Amazonas – Um Jogo em Memórias’ consiste na criação um quebra-cabeça em plataforma virtual, onde cada peça encaixada apresenta uma curiosidade de seu passado. As doações somaram pouco mais de R$ 75 mil e foram feitas no site Benfeitoria.

Casarão de Ideias prepara tour virtual nos 125 anos do Teatro Amazonas (Foto: Divulgação)

De acordo com João Fernandes, diretor do Casarão de Ideias, quase 90% das doações são oriundas de moradores de Manaus. “Ainda colaboraram pessoas do Rio de Janeiro (2,27%), Rio Branco (1,12%), Salvador (1,12%), Lauro de Freitas (1,12%), Porto Velho (1,12%), São Paulo (1,12%), Andradas (1,12%) e Joinville (1,12%). Isso mostra a admiração que as pessoas possuem pelo nosso Teatro Amazonas e pela nossa cultura”, comentou ele.

Ainda de acordo com Fernandes, a doação média, por pessoa, foi de R$ 288,22. “Quero agradecer as 90 pessoas que disponibilizaram tempo e também dinheiro para darmos vida a esse projeto e preservamos a memória do Teatro Amazonas. Esse é o nosso presente de aniversário para o maior símbolo do nosso Estado”, disse.

E por ter sido contemplado no Edital ‘Matchfunding BNDES+’, a cada R$ 1 doado, o BNDES doou mais R$ 2, triplicando os recursos até atingir a meta que era R$ 75 mil. “Agora, mesmo sem entrar em suas amplas dependências o visitante poderá dizer que pelo menos viu, de fora, um dos monumentos-símbolos de um pedaço da história da Amazônia. E, por certo, do País”, finalizou Fernandes.

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