Delegado descarta hipótese de ato criminoso para morte de auxiliar de serviços gerais

Até a tarde de domingo (2), familiares de Erima Brito Tavares, 26, acreditavam na suspeita dela ter sido jogada do quarto andar do prédio onde trabalhava

Manaus – O delegado Henrique Brasil, do 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), descartou a hipótese de ato criminoso para a morte da auxiliar de serviços gerais Erima Brito Tavares, 26, que morreu na tarde de sábado (1º), após cair no fosso de um elevador, na Avenida Belo Horizonte, bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus.

Até a tarde deste domingo (2), familiares acreditavam na suspeita da auxiliar de serviços gerais ter sido jogada do quarto andar do prédio em construção, conforme informações do marido de Erima, Éverton Alves da Silva.

Henrique Brasil explicou que a suspeita da vítima ter sido jogada foi descartada, após ele colher o depoimento de pessoas que estavam no prédio no dia do acidente.

Érina Brito Tavares morreu ao cair do elevador de um prédio, na Rua Belo Horizonte (Foto: Arquivo da família)

O delegado sustentou a versão de que, no fim da tarde de sábado, Erima estava no prédio onde trabalhava – e que funciona um curso preparatório, junto com outros dois funcionários, sendo um homem e uma outra mulher, quando saíram do lugar para ir a um bar, nas proximidades do prédio, onde consumiram bebidas alcoólicas. Quando voltaram, a vítima e o homem, com quem mantinha um relacionamento amoroso, segundo o delegado, foram para uma parte interditada do prédio, momento em que uma outra funcionária foi até o lugar para procurá-los. A vítima então correu e tentou se esconder no fosso do elevador quando se desequilibrou e caiu.

Porém, o marido de Erima disse que desconhecia que a companheira consumia bebida alcoólica e que mantinha um relacionamento amoroso com outro homem.

Ainda segundo o delegado Henrique Brasil, ele irá realizar oitiva com os proprietários do local e aguardar o resultado dos laudos periciais do Instituto de Criminalística (IC).

***Matéria atualizada para correção no nome da vítima. O correto é Erima, e não Érina.

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