Economia criativa terá destaque na Feira Norte do Estudante, em Manaus

O evento, realizado no Manaus Plaza Centro de Convenções, terá uma programação com profissionais atuantes que contribuirão com suas impressões e experiências sobre o mercado local

Manaus – Dados recentes indicam que a economia criativa é um dos setores que mais avança no País, com crescimento acumulado de quase 70% nos últimos 10 anos, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Para os jovens que têm interesse na área, a Feira Norte do Estudante (FNE) terá uma programação especial apresentada por profissionais atuantes que contribuirão com suas impressões e experiências sobre o mercado local.

A área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões, em 2015, conforme estudo da Firjan, em 2016 (Foto: Divulgação)

O evento será realizado entre os dias 26 e 28 de setembro, no Manaus Plaza Centro de Convenções, na Avenida Djalma Batista, Chapada, zona centro-sul. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site: www.feiranortedoestudante.com.br.

No primeiro dia de feira, o mobilizador sociocultural Beto Contartesi, gestor de Cultura e Economia Criativa do Instituto Amazônia e fundador das empresas JACC Economia Criativa e Keep – Geek e Tecnologia, ministrará a palestra ‘Economia Criativa, o que é isso?’ para quem quer entender o funcionamento do setor. A atividade será realizada às 15h. “Conversaremos sobre o surgimento do conceito de economia criativa, quais são as áreas envolvidas, como é o funcionamento do setor no Brasil, introduzindo os participantes da feira a essa forma de desenvolvimento que busca não só resultados econômicos, mas também sociais, culturais e ambientais”, explica.

Complementando a programação voltada para o tema, será realizada a roda de conversa ‘Caminhos para Economia Criativa no Amazonas’, no dia 28, a partir das 16h15. O bate-papo terá a participação do diretor-proprietário do Casarão de Ideias, João Fernandes, e da chocolatier Talita Avelino, com mediação de Beto Contartesi. “A proposta é abordar cases de sucesso, conversar sobre o desenvolvimento da economia criativa no Estado, além de questões como políticas públicas e fomento do setor”, afirma Contartesi.

Ao pensar em carreira, mercado de trabalho e empregabilidade, é preciso olhar para a economia criativa com a mesma atenção que se olha para outros segmentos consolidados há mais tempo. Concretamente, a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015, conforme demonstra o ‘Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil’, publicado pela Firjan em 2016.

O setor abrange as atividades econômicas que usam a criatividade, a cultura e o capital intelectual como matéria-prima para a criação, produção e distribuição de bens e serviços. Algumas das áreas englobadas pela economia criativa são arquitetura, publicidade, artes visuais, moda, cinema, televisão, editoração, artes cênicas, design, games, música e comunicação.

“Com a consciência de que a economia criativa tem sido considerada a melhor estratégia de desenvolvimento para esse século, a Feira Norte do Estudante abrirá espaço para atividades que estimulem os jovens a conhecerem esse universo, mostrando que é possível transformar habilidades e talentos em modelos de negócios”, ressalta a coordenadora da FNE, Inês Daou.

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