Julgamento de acusados da morte de PM é encerrado com sete condenações

Os réus foram julgados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura

Manaus – O terceiro e último dia de Julgamento Popular dos réus acusados da morte do policial militar Paulo Sérgio da Silva Portilho,  encerrou na madrugada desta sexta-feira (24). Os réus foram julgados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura. A Sessão foi encerrada com a leitura da sentença às 2 horas da madrugada desta sexta-feira.

Dez réus foram julgados, pois Marcos Neves Serra não foi localizado para ser intimado e será julgado em outra oportunidade. Renata Lima e Rodolgo Barroso não compareceram ao julgamento. Os jurados absolveram os réus José Cleidson Weckner Rodrigues, Henrique da Silva e Silva e Alex Azevedo de Almeida.

(Foto: Carlos de Souza / TJAM)

Renata Lima da Silva foi condenada a 15 anos e quatro meses de prisão em regime fechado. Ela aguardava o julgamento em prisão domiciliar e poderá recorrer da sentença da mesma forma.

Felipe de Souza Santos foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado.

Jeferson de Souza Farias foi condenado a 21 anos e seis meses de prisão em regime fechado.

Bruno Medeiros Mota foi condenado a 46 anos e dois meses de prisão em regime fechado.

Willian Paiva Cavalcante foi condenado a 22 anos de reclusão em regime fechado.

Rodolfo Barroso Martins não compareceu ao julgamento e foi condenado pelo crime de ocultação de cadáver em um ano e seis meses, e como respondia ao processo em liberdade, pode recorrer da sentença nessa condição.

Fábio Barbosa de Souza foi condenado a 39 anos e oito meses de prisão em regime fechado.

A sessão de julgamento começou às 9h50 de terça-feira (21), com a abertura dos trabalhos pelo juiz Rosberg de Souza Crozara. Os debates começaram às 9h de quinta-feira (23) e encerrando às 20h, quando os jurados começaram a votação do quesitos que terminou com nas primeiras horas desta sexta-feira.

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), por meio da 20.ª Promotoria de Justiça, destacou três promotores de Justiça para atuar na acusação: André Epifânio, José Felipe Fish e Carolina Maia.

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