Julgamento de ‘João Branco’ terá pausa de 40 minutos

Até o momento, seis testemunhas foram ouvidas no Plenário do Fórum Henoch Reis, em julgamento conduzido pelo magistrado Rafael Cró Brito

Manaus – Após pouco mais de três horas de audiência, o julgamento do narcotraficante João Pinto Carioca, o ‘João Branco’, e outros três réus, terá uma pausa de 40 minutos. Os réus estão sendo julgados no processo sobre o assassinato do delegado da Policia Civil (PC), Oscar Cardoso Filho, ocorrido em 2014.

Até o momento, seis testemunhas foram ouvidas no Plenário do Fórum Henoch Reis, em julgamento conduzido pelo magistrado Rafael Cró Brito. O delegado de polícia Paulo Roberto Sobral Martins que, à época, era titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e foi um dos responsáveis pela investigação sobre o caso, foi o último a ser ouvido, antes do intervalo.

Segundo o Tribunal de Justiça, ao menos 15 testemunhas serão ouvidas ao longo do processo, podendo duas ou três serem dispensadas (Foto: Pablo Trindade)

O depoimento dele foi o mais demorado, pois o mesmo precisou relatar, ainda, como acontece a prisão dos réus acusados pelo crime de assassinato.

Segundo o Tribunal de Justiça, ao menos 15 testemunhas serão ouvidas ao longo do processo, podendo duas ou três serem dispensadas.

Além de ‘João Branco’, um dos líderes da facção criminosa Família do Norte (FDN), o Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus julga Marcos Roberto Miranda da Silva, o ‘Marcos Pará’, Diego Bruno de Souza Moldes e Messias Maia Sodré.

A participação de ‘João Branco’, que está preso no presídio federal de Catanduvas, interior do Paraná, será por meio de videoconferência. A dos demais será da forma presencial.

Atuam na defesa dos réus, os advogados Maurício Neville e Tereza de Castro. Na audiência, estarão presentes os promotores Edinaldo Medeiros, Laís Freitas, Geber Mafra e Igor Starling, e mais o juiz Rafael Cró Brito.

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