Para manter custos com mãe paraplégica, filha realiza rifa beneficente

A rifa custa R$5 e será sorteada no dia 29 de março, através de rede social. O dinheiro arrecadado será utilizado para comprar fraldas, remédios e pagar o plano de saúde

Manaus – A engenheira civil Maynara Monteiro, 24, está realizando uma rifa beneficente para arrecadar fundos e ajudar a sua mãe, Marciane Pereira, 43, que ficou paraplégica, após sofrer um acidente de carro, no ano passado. A rifa custa R$5 e será sorteada no dia 29 de março, através de rede social.

Uma massagem Método Renata França, um kit O Boticário e uma escova com hidratação e manicure, são os prêmios para o sorteado. O dinheiro arrecadado será utilizado para comprar fraldas, remédios e pagar o plano de saúde da mãe de Maynara.

Marciane Pereira, 43, ficou paraplégica, em decorrência de acidente (Foto: Reprodução)

Para comprar a rifa, os interessados podem entrar em contato com a engenheira, pelo telefone 99434-1616. O valor pode ser depositado em conta corrente, pelo Banco Bradesco, e o número da rifa pode ser informado via WhatsApp.

O sorteio será realizado no dia 29 de março, às 19h30, em uma ‘live’ na conta do Instagram da engenheira (@maynaramonteiroo). Esta é a primeira ação que a família promove. Porém, futuramente, eles pretendem organizar uma feijoada e um arraial beneficente.

O acidente

Os pais de Maynara sofreram um acidente, no dia 10 de dezembro de 2018, no Km 17 da rodovia AM-070. Eles estavam indo trabalhar, quando outro veículo bateu contra o carro em que eles ocupavam. O pai de Maynara faleceu e a mãe dela ficou paraplégica, em decorrência deste acidente.

A engenheira afirmou que, no dia do ocorrido, o condutor do veículo que bateu contra o carro dos pais dela, não prestou auxílio. Ele aguardou a chegada do guincho e foi embora, sem deixar nenhum contato. Ela chegou a registrar um Boletim de Ocorrências (BO), no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Segundo a engenheira, a polícia afirma que o caso deve ser investigado pela Polícia Civil de Manacapuru, já que o local do crime faz parte da área de abrangência do município. Porém, a mesma relatou que, ao procurar o 19º DIP, foi informada que o caso ainda está “em transferência”.