Mais uma vítima morre após ter sido baleada em bar no Educandos

Homem morreu no HPS João Lúcio. No total, quatro homens foram baleados. Polícia acredita em acerto de contas entre facções rivais da região

Manaus – Thiago Bruno Maia Brito, 20, conhecido como ‘Bigode’, morreu, na noite deste sábado (11), no Hospital e Pronto Socorro (HPS) João Lúcio, na zona leste de Manaus, horas após ter sido baleado em um bar, na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Educandos, zona sul. Na ocasião, outras três pessoas também ficaram feridas, sendo que duas delas morreram ainda no local.

O fato aconteceu na manhã de sábado, no ‘Bar dos Paraenses’, por volta das 10h30, e Thiago foi a última vítima a ir a óbito. Ele foi alvejado com três tiros, que atingiram virilha, lombar e nádegas. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), ele não tinha passagem pela polícia.

Thiago morreu no HPS João Lúcio, horas após ter sido baleado em um bar, no Educandos (Foto: Sandro Pereira/Arquivo-GDC)

Além de Thiago, também foram baleados Anderson Costa da Silva, 28, atingido por dois tiros, e Marco Antônio Leite Nunes, 19, alvejado com quatro disparos. Anderson e Antônio morreram no local. Uma quarta vítima, cujo nome não foi divulgado, levou um tiro na perna, mas foi socorrida e não corre risco de morte.

De acordo com a PC-AM, as vítimas estavam consumindo bebida alcoólica no bar, desde a madrugada, quando dois suspeitos chegaram em um carro, de características não informadas, e atiraram contra as vítimas. A dupla fugiu do local, após cometer o crime, e não foi reconhecida.

A reportagem do GRUPO DIÁRIO DE COMUNICAÇÃO (GDC) esteve no local do crime, na manhã de sábado, onde conversou com o delegado Guilherme Antoniazzi, plantonista da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Segundo ele, dadas as circunstâncias da cena do crime e a maneira como as vítimas foram executadas, a polícia acredita em acerto de contas entre facções rivais da região, por conta do tráfico de drogas.

“Isso nos leva a crer, neste primeiro momento, que seja um acerto de contas. Estamos levantando informações sobre as vítimas para analisar os precedentes e montar um perfil dessas pessoas. Mas acreditamos que isso seja briga de facções envolvendo o território de tráfico de drogas desta região de Manaus”, completou Antoniazzi.

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