Nove pessoas são presas por esquema criminoso de roubo e venda de carros no AM

Sete carros e três motos foram apreendidos

Manaus – Nove pessoas foram presas em por envolvimento em um esquema criminosos que roubava carros, adulterava e comercializava em Manaus e no interior do Amazonas. As prisões aconteceram na capital e em Japurá (a 744 quilômetros a noroeste de Manaus). Sete carros e três motos foram apreendidos.

Foto: Nayni Castelo Branco/GDC

A ação foi realizada pelas equipes da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (Dervf), após três meses de investigação. Cada suspeito tinha uma função no grupo, o esquema era duvido em fraude, adulteração, furto e revenda.

“Eles adquirem veículos, seja alugando veículos de locadoras, ou utilizando documentos falsos para comprar veículos, e assim que eles são retirados, eles levam para o interior do estado e vendem por um preço inferior ou trocam por drogas ou ouro, como forma de movimentar o dinheiro”, explicou o delegado.

Uma pessoa foi presa no município de Japurá, esse homem era responsável pela venda dos veículos no interior do estado. As pessoas relatavam à ele o interesse de um carro e ele levada da capital para o município e vendia pela metade do valor.

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Foto: Nayni Castelo Branco/GDC

Após investigação a polícia fez uma alerta à população, em caso de compra de veículos, é essencial que o carro seja levado a uma vistoria. Quem compra carro nessa circunstância pode responder pelo crime de receptação.

“Ainda que seja uma a receptação culposa, por exemplo, a pessoa sabe que um carro custa R$ 180,00 e comprar muito abaixo do preço, ele tem ciência de alguma forma que esse produto foi adquirido de forma ilegal”, alertou Aldeney Goes.

Durante ação, foram apreendidos mais de 150 documentos, que eram falsificadas pelo grupo criminoso.

Além de receptação, os suspeitos irão responder pelos crimes de furto mediante a fraude, adulteração de documento público, associação criminosa, entre outros crimes.

Também foram apreendidos sete carros e três motos. As investigações devem continuar para identificar outros envolvidos.

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