Último suspeito na morte de sargento reformado da PM se entrega à polícia

Marcley Moraes de Souza, 20, se entregou no prédio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), na tarde desta terça-feira (25)

Manaus – Marcley Moraes de Souza, 20, o último suspeito na morte do sargento reformado da Polícia Militar, Luis Carlos da Silva Castro, 56, que ainda estava foragido, se entregou no prédio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), na tarde desta terça-feira (25). Agora, todos os suspeitos envolvidos no crime estão presos.

Marcley estava foragido, mas se entregou na sede da DEHS, na tarde desta terça-feira (25) (Foto: Stephane Simões/Divulgação)

Acompanhado do advogado, Marcley se apresentou na DEHS, alegando estar arrependido do crime. Segundo o responsável pela Especializada, delegado Paulo Martins, o suspeito responde a 16 processos na Justiça.

“Ele diz que está arrependido do crime que cometeu, que não tinha a intenção de matar o sargento, somente roubar a loja. Em função da prisão preventiva, que já foi decretada, nós vamos encaminhá-lo a cadeia pública. Ele é o último que faltava para fechar com os quatro integrantes que participaram do crime”, acrescentou o delegado.

Na manhã de segunda-feira (24), Charles Sanches Moraes, 27, se apresentou na DEHS. Com uma Bíblia debaixo do braço, Joelson Ferreira Soares, 23, também se apresentou na Especializada, na madrugada de domingo (23). Josué Ferreira Soares, 19, teve a prisão temporária convertida em preventiva, durante audiência de custódia.

Entenda o caso

Na noite de quinta-feira (21), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) apresentou à imprensa Josué Ferreira Soares, 19; Marcley Soares de Souza, 20; Joelson Ferreira Soares, 23, e Charles Sanches Moraes, 27, suspeitos de matar o sargento reformado da Polícia Militar Luis Carlos da Silva Costa, durante uma tentativa de assalto a uma loja de eletrodomésticos, na zona leste de Manaus, na noite de quarta-feira (19).

Na tarde da última sexta-feira (21), durante audiência de custódia, no Fórum Ministro Henoch Reis, Marcley, Charles e Joelson receberam liberdade provisória. Conforme a equipe de policias militares que atua na segurança do Fórum Henoch Reis, no momento em que os suspeitos foram liberados, familiares do sargento, que estavam no local, tentaram agredi-los.

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