Aos professores, todo o meu respeito

Quero reconhecer o papel dos mestres e dizer sobre a necessidade de garantir à classe mais do que uma palmada no ombro

Manaus – Ao longo dos meus 50 anos de estrada, eu vivi milhares de experiências, e muitas histórias, das mais simples às mais marcantes, ficaram guardadas na minha memória. Entre essas passagens, pessoas dos mais diversos níveis deixaram um legado importante, por isso seguem vivas nesse universo de lembranças.

Entre elas, lembro-me da tia Selma, minha primeira professora; da diretora da minha escola do ensino primário, a professora Cleonildes Menezes, e das professoras Ana e Gleide, também do primário. Lembro-me, ainda, da professora Nazaré Motta, diretora do Ceam da Avenida Sete de Setembro, no meu ensino básico; do professor Walcy, no meu Ensino Médio, que estudei no Educandário Nordestino Adventista (Ena); e ainda do professor Negrão, na minha faculdade de Direito.

Profissionais entre tantos outros que tiveram uma participação essencial na minha vida, e é com nomes como esses que eu quero, aqui, no artigo de hoje, prestar as minhas homenagens a todos os mestres de Manaus, do Amazonas e do Brasil. Mas não quero apenas dar um “parabéns” pela data de amanhã, dia 15 de outubro, Dia do Professor.

Quero reconhecer o papel dos mestres e dizer sobre a necessidade de garantir à classe mais do que uma palmada no ombro. Uma política séria de Educação começa pela valorização dos professores com melhores salários, formação continuada, ferramentas para inovar no ensino e um ambiente escolar bom e seguro para todos.

Nesse processo de valorização, é importante reconhecer o papel do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e usá-lo verdadeiramente em favor da Educação. Fizemos assim em 2017, quando estive governador do Amazonas, e pagamos o maior abono da história aos professores amazonenses.

*Deputado estadual da 15ª a 17ª legislatura, governador do Amazonas em 2017 e presidente estadual do partido Avante no Amazonas

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