Manaus, meu ciúme

Nessa semana, ‘nosso ciúme’ comemora 350 anos de existência e ainda que a vida agitada, o trânsito complicado e as dificuldades diárias nos deixem preocupados, nós vamos continuar apaixonados pela melhor capital do mundo

Manaus – Era garoto, caminhando pela Avenida Eduardo Ribeiro, quando vi, de longe, adesivado um carro, um coração de bordas vermelhas vivas com dizeres simples e impactantes no seu interior: ‘Manaus, meu ciúme’. Fiquei maravilhado. Em três palavras conseguiu-se reunir todo o sentimento de amor daquele que nasceu ou que escolheu Manaus para viver. Amor por uma capital, que transborda no ciúme, por tudo de bom que aqui existe. E só quem já teve ciúme de algo ou de alguém, consegue entender o que digo.

Ama-se tanto, que o bem-querer faz que a gente se sinta dono das todas belezas e maravilhas da nossa cidade – elas nos pertencem e delas temos ciúme. Somos orgulhosos da história de Manaus que está corporificada nas obras do homem, como o cartão postal Teatro Amazonas e nas obras de Deus, tal qual o Encontro das Águas, que encantam nossas crianças e adultos. Por falar em encontro, é em Manaus onde tudo se encontra, o manauara produz desde o artesanato indígena até os artefatos industriais, na singular Zona Franca de Manaus, única e inigualável.

Nessa semana, ‘nosso ciúme’ comemora 350 anos de existência e ainda que a vida agitada, o trânsito complicado e as dificuldades diárias nos deixem preocupados, nós, ciumentos por Manaus, vamos continuar apaixonados pela melhor capital do mundo, defendendo-a com unhas e dentes e trabalhando por cada um dos seus bairros, na expectativa de dias melhores ao maior patrimônio desta terra: o povo de Manaus. Parabéns Manaus! Vida longa e próspera! Nós te amamos – ontem, hoje e sempre.

*Deputado federal (PSL) e delegado de Polícia Federal

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