Mãe de Eliza Samúdio se pronuncia sobre homem fantasiado de goleiro Bruno em Manaus

Em entrevista ao jornal Extra, filho de Eliza ficou revoltado com a situação ocorrida no último dia 1º em casa de show de Manaus

Sônia Moura, mãe da Eliza Samúdio, contou ao jornal Extra que seu neto, Bruninho, ficou revoltado com a foto de um homem em festa de halloween, numa casa de shows em Manaus, que posou usando uma camisa do Flamengo com o nome Bruno, nas costas, segurando um saco de lixo, que tinha o nome da modelo, no dia 1º de novembro. Eliza foi assassinada em 2010, a mando do goleiro Bruno, com quem se relacionava na época.

Foto: Reprodução Instagram

“Já chorei muito. Tanto desrespeito com a vítima. Bruninho ficou arrasado”, diz Sônia Moura. Ao Extra ela continou: “Parece que a pessoa não tem um pingo de empatia com o próximo. Será que a pessoa não sabe que tem o filho dela, que é menor, envolvido nisso tudo? Fiquei arrasada quando vi isso. Muito triste. Em 2018, jovens de Minas Gerais tinham feito a mesma coisa”, acrescenta ela, emocionada. Sônia irá tomar medidas e procurar a Justiça.”Eu já acionei a advogada para tomar as providências. Eu não vou admitir mais fazerem esse tipo de coisa com a minha filha. Justo no dia de hoje. É tão difícil para mim…”

 

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Foto: Reprodução

Após a foto viralizar, a casa de shows se pronunciou em uma nota nas redes sociais informando que a foto foi publicada por um estagiário, que não tinha conhecimento do crime que ocorreu há 11 anos.

“‘A casa de show’ não compactua com apologia a qualquer crime, inclusive feminicídio. A foto foi postada pelo nosso estagiário, que tem 20 anos. O crime foi há cerca de 11 anos e foi alegado desconhecimento, e a moderação imediatamente, ao ver a foto, apagou e advertiu o responsável. Pedimos desculpas pelo ocorrido. O funcionário em questão foi temporariamente afastado. Mais uma vez: ‘a casa de show’ não compactua com todo e quaquer tipo de crime. Apologia ao feminicídio é crime”, consta do comunicado divulgado pela casa.

De acordo com o  Extra, o homem fantasiado foi identificado como um tatuador. Após a repercussão do caso, o estúdio para o qual trabalhava o demitiu. Leia a nota na íntegra:

“O estúdio não compactua com qualquer forma de incitação à violência contra a mulher. Deixando bem claro que o colaborador foi demitido, não fazendo mais parte do quadro de funcionários”, escreveu.

*Com informações do Extra

 

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