A quem interessa acabar com a CPI da Saúde?

As investigações apenas começaram e já causam tantas preocupações de quem deseja abafar as apurações. Vale lembrar que a CPI foi aberta para levantar a situação da Saúde de vários governos

Manaus – A quem interessa acabar com os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Estado (ALE)? As investigações apenas começaram e já causam tantas preocupações de quem deseja abafar as apurações. Vale lembrar que a CPI foi aberta para levantar a situação da Saúde de vários governos. A tentativa de judicialização tem um pano de fundo muito claro que a sociedade já está ciente, pois esconde a necessidade de mudar a composição dos trabalhos com a troca de nomes, como se o objeto da iniciativa fosse menos importante do que quem está apurando. É uma hora decisiva para o Amazonas saber a real situação de uma das pastas que recebe os maiores recursos do orçamento estadual, que precisam ser bem geridos para evitar o que o cidadão tem presenciado, antes e durante a pandemia. Os trabalhos na ALE apontam que há muito o que ser apurado. É isso que o eleitor quer ver na atuação parlamentar, a de fiscalizar as ações do Executivo, como manda a boa prática republicana.

TJAM

O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Yedo Simões de Oliveira, assinou Portaria 1.274 que institui a redução da jornada de trabalho à servidora mãe nutriz, até que seu bebê complete 1 ano de idade.

Solicitação

A medida do presidente do Tribunal de Justiça atende proposta formulada pelo Grupo de Trabalho de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário.

Suframa

O setor industrial está na expectativa sobre a gestão do general de Brigada Algacir Antonio Polsin na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), em especial no momento em que os parlamentares e o governo miram na reforma tributária no Congresso.

Processo 1

A conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Yara Lins indeferiu pedido liminar solicitada pelo Ministério Público de Contas (MPC) para suspender contrato firmado entre a empresa Líder Serviços com a Secretaria de Estado de Saúde (Susam).

Processo 2

Para o TCE, a Susam informou que os procedimentos para contratação da empresa não foram efetivados, ou seja, “a contratação não se deu através de dispensa”.

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