AGU cobra R$ 2,4 bilhões em ações contra corrupção

Processos envolvem mais de mil réus e miram ilícitos como condenações no TCU, fraudes em licitações e recebimento de propina

Brasília – A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou, no primeiro semestre deste ano, 1055 ações contra acusados de corrupção e improbidade administrativa por meio das quais cobra o pagamento de mais de R$ 2,4 bilhões de pessoas físicas e empresas que cometeram irregularidades. Os processos são movidos pela Procuradoria-Geral da União (PGU) e Procuradoria-Geral Federal (PGF) através de unidades especializadas que atuam com o objetivo de responsabilizar agentes públicos ou privados após a conclusão de processos administrativos disciplinares, denúncias ou inquéritos policiais. Somente no âmbito da PGU, são cobrados R$ 2,3 bilhões em 962 ações judiciais. Os processos envolvem mais de mil réus e miram ilícitos como condenações no Tribunal de Contas da União (TCU), fraudes em licitações e recebimento de propina por agentes públicos, entre outros tipos de irregularidades. Dessas ações, 27 são referentes a atos de improbidade administrativa e pedem o ressarcimento de R$ 1.7 bilhão aos cofres públicos.

Desmatamento 1

Procurador de Contas do Amazonas Ruy Alencar, do Ministério Público de Contas (MPC), apura ações da Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror) de incentivo à agropecuária no sul do Amazonas e sua eventual relação com o desmatamento e queimadas ilegais.

Desmatamento 2

O procedimento instaurado pelo procurador fala em suspeita de “relação ilícita e lesiva de causa efeito entre o fomento público do sistema Sepror e a agropecuária nociva no sul do Amazonas, associada a alto índice de desmatamento ilegal e queimadas no arco do desmatamento” no Sul do Estado.

Regularização

O ex-governador Amazonino Mendes (Podemos) parabenizou os moradores do bairro Armando Mendes, pelo aniversário de 33 anos, nesta terça-feira (25). O bairro foi criado em 1987 em terras questionadas por posseiros, após o Estado, administrado na época por Amazonino Mendes, intervir e destinar o local para abrigar moradores de igarapés.

Tribunal

O juiz de entrância final Antônio Carlos Marinho Bezerra Júnior foi escolhido pelo Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) para atuar como membro efetivo na 2.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Amazonas.

Anúncio