Aliados de Bolsonaro pedem voto impresso nas eleições

As declarações ocorreram após instabilidades e maior lentidão da corte para divulgação dos resultados, além de uma tentativa de ataque hacker que foi neutralizado

Brasília – A base de aliados do governo de Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e espalhar suspeitas contra a segurança das urnas eletrônicas, além de voltar a pedir o voto impresso. As declarações ocorreram após instabilidades e maior lentidão da corte para divulgação dos resultados, além de uma tentativa de ataque hacker mais cedo que foi neutralizado. As falas também surgiram após os candidatos apoiados por Jair Bolsonaro – como Celso Russomanno em São Paulo, Bruno Engler em Belo Horizonte e Marcelo Crivella no Rio – não decolarem, de acordo com pesquisas boca-de-urna e com os resultados iniciais da apuração. O TSE enfrentou dificuldades, neste domingo (15), para divulgação dos resultados do pleito de 2020. O órgão afirmou que houve problemas na apuração dos resultados, e sim apenas na plataforma de publicação dos números. O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, relatou que houve uma tentativa de ataque ao sistema que abriga as informações do tribunal.

Preferência

Os eleitores de Manaus escolheram votar, neste domingo (15), durante o período da tarde. Houve grande procura à seções eleitorais após as 14h.

Campanha

O segundo turno das eleições exigirá esforço dos responsáveis pela propaganda. O tempo escasso de duas semanas para conquistar votos será o maior desafio.

Democracia

O prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto reiterou, neste domingo (15), após votar, a importância do processo democrático. “Cada eleição ajuda a amadurecer mais ainda a nossa democracia, que já mostrou diversas vezes que é forte”.

Transparência

O modelo de coletivas online adotado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) possibilitou que os eleitores acompanhassem os questionamentos feitos nas próprias redes sociais do tribunal.

Santinhos

Locais de votação em Manaus voltaram a registrar santinhos jogados em suas imediações. Na eleição de 2016, o derrame de santinhos próximo ao locais de votação gerou multa aos candidatos responsáveis.

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