Amazonas perde 10 mil vidas com saúde em crise

Mais do que números, temos histórias perdidas de familiares e amigos em quase todos os lares, especialmente em Manaus, que enfrenta o pior quadro do País

Manaus – O Amazonas registrou, nesta terça-feira (16), mais de 10 mil mortes provocadas pela pandemia de Covid-19, em meio a uma onda devastadora de novos casos da doença. Mais do que números, temos histórias perdidas de familiares e amigos em quase todos os lares, especialmente em Manaus, que enfrenta o pior quadro do País. Como ilustração, somente a Prefeitura de Manaus contabiliza a perda de 170 servidores. Todas as instituições, empresas e núcleos sociais contam os seus mortos. O enfrentamento da doença deixou marcas e mudou as relações sócias, ao mesmo tempo em que a sociedade presenciou, estarrecida, o aproveitamento da pandemia para que alguns tentassem levar vantagens criminosas com desvios e superfaturamento de itens que deveriam servir para salvar vidas. Não foi sem espanto que o Amazonas e o Brasil se depararam com a triste realidade de falta de gestão na saúde é criminosa por ceifar vidas, resultado da falta de planejamento que levou à crise do oxigênio. Muito poderia ter sido feito para amenizar a crise e evitar muitas mortes.

Meio ambiente 1

O prefeito David Almeida, foi convidado, nesta terça-feira (16,) durante reunião virtual, para assumir a vice-presidência de Floresta da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), no biênio 2021/2023. A eleição da nova chapa acontecerá em abril, porém, historicamente, a escolha é realizada por aclamação..

Meio ambiente 2

Como vice-presidente de Floresta da FNP, David Almeida irá representar os municípios e a entidade, em nível nacional, quando for necessário discutir assuntos relacionados ao meio ambiente e políticas ambientais.

Vacinação 1

A FNP também se posicionou por meio de nota oficial, sobre a escassez e falta de vacinas no País – cidades como Rio, Salvador, Cuiabá, Aracaju e Florianópolis relatam ter parado ou reduzido o ritmo da vacinação.

Vacinação 2

No documento, a entidade afirma que os sucessivos equívocos do governo federal na coordenação do enfrentamento à covid-19 e na condução do Plano Nacional de Imunizações estão diretamente ligados à escassez e à falta de doses de vacinas em cidades de todo o País. FNP cobraum cronograma com prazos e metas.

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