Associação do MP-AM sai em defesa de promotor de Coari

A Associação Amazonense do MP publicou nota de repúdio às declarações do prefeito de Coari, Adail Filho, que acusou o promotor de Justiça Weslei Machado de participar de uma organização criminosa para tentar derrubar o mandato do prefeito

Manaus – A Associação Amazonense do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) publicou nota de repúdio às declarações do prefeito de Coari Adail Filho, que acusou o promotor de Justiça daquela cidade, Weslei Machado, de participar de uma organização criminosa para tentar derrubar o mandato do prefeito. Na nota, a entidade afirma que as acusações pretendem criar uma cortina de fumaça para esconder da sociedade as graves acusações de atos ilícitos e improbidades administrativas contra ele já ajuizadas pelo promotor. O documento afirma que tem um histórico de criminalidade sistêmica praticada por agentes políticos, por meio de poder financeiro subtraído ilicitamente do povo, geram na população sentimento de impunidade e de descrédito com as instituições públicas. Para a entidade, o promotor Weslei tem uma atuação independente e corajosa contribuindo para mudar a realidade daquele município. De acordo com a associação, o prefeito Adail Filho faz acusações sem provas com objetivo de afastar o promotor de Coari.

Novo Remanso

A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seminf) homologou contratação de empresa CDC Empreendimentos Ltda. ao custo de R$ 6,7 milhões para realizar serviços de recuperação na Estrada no Novo Remanso, em Itacoatiara.

Audiência

A Justiça Federal no Amazonas determinou realização de audiência de conciliação entre o Ministério Público Federal (MPF) e o município de Tonantins para 19 de setembro, na sede do órgão em Tabatinga no âmbito de uma ação civil pública.

Cooperação

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e a Prefeitura de Uarini assinaram um termo de cooperação técnica para disponibilização de servidores municipais para auxiliar nos trabalhos de coleta de dados biométricos do eleitorado naquele município.

Irregularidades

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) notificou o ex-presidente do Programa Sociais da Amazônia (Prosam) Paulo César Fontes a devolver R$ 861.806,92 aos cofres públicos do Amazonas em até 30 dias por causa de irregularidades verificadas em convênio firmado entre o Prosam e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP).

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