Blockchain pode ajudar a salvar a Amazônia em meio a registro de terra

Os adeptos da plataforma acreditam que pode reduzir a fraude no sistema de titulação de terras do Brasil, o que permite que áreas da Floresta Amazônica deem lugar à soja e à criação de gado | Claro & Escuro

Blockchain pode ajudar a salvar a Amazônia em meio a registro de terra

O Brasil espera reduzir a corrupção com a blockchain, a tecnologia por trás da criptomoeda bitcoin. Os adeptos da plataforma acreditam que pode reduzir a fraude no sistema de titulação de terras do Brasil, o que permite que áreas da Floresta Amazônica deem lugar à soja e à criação de gado. A estatal Serpro lançou uma plataforma blockchain em novembro e está realizando roadshows para apresentá-lo.

Lista do Tribunal

O Tribunal de Justiça do Amazonas divulgou a lista com 1.049 nomes com a movimentação vertical e horizontal na carreira dos servidores e serventuários do órgão, referente ao ano de 2017.

Há seis meses

Em julho do ano passado, o Ministério Público de Contas pediu ao Tribunal de Contas do Amazonas que apurasse a destinação irregular de receitas às empresas envolvidas na operação Maus Caminhos deflagrada pela Polícia Federal.

Setor preocupado

Pode ser apenas boato, mas há uma preocupação generalizada no setor de construção civil que presta serviço ao Estado com recursos federais sobre investigações adiantadas da Polícia Federal.

Saúde indígena

O Ministério Público Federal apura possíveis irregularidades na prestação do serviço de saúde indígena e o acesso
a água potável na Aldeia Itaparanã, localizada entre os municípios de Canutama e Humaitá, no Amazonas.

Lindbergh Farias diz que Lula será candidato preso

O líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), chamou de irresponsabilidade uma eventual prisão de Lula em segunda instância no caso do tríplex. E avisou: “Se prenderem Lula, ele vai ser
candidato preso. Lula vai ser candidato de todo jeito. Mesmo preso”.

‘Nada mais justo’ afirma ex-zelador do tríplex

Trabalhando como zelador em novo endereço, José Pinheiro, ex-zelador do prédio do tríplex em Guarujá, não assistiu ao julgamento de Lula no TRF4. “Foi comprovado que o ex-presidente havia cometido erros. Nada mais justo que tenha uma punição”, disse.