Comissão discute realização de testes por planos de saúde

Em maio, especialistas ouvidos pela comissão foram unânimes em defender a testagem em massa da população como estratégia de combate à pandemia de Covid-19

Manaus – A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha ações de combate ao novo coronavírus discute nesta terça-feira (21) a cobertura de exames sorológicos por planos de saúde. Em maio, especialistas ouvidos pela comissão foram unânimes em defender a testagem em massa da população como estratégia de combate à pandemia de Covid-19. Eles alertaram, porém, sobre a possibilidade de falso negativo dos chamados testes rápidos. Os testes moleculares (ou RT-PCR), feitos a partir da coleta de mucosa do nariz e da garganta, permitem a detecção do vírus já nos primeiros dias da doença. Já os testes rápidos (ou sorológicos), feitos a partir da coleta de sangue, detectam anticorpos – ou seja, se a pessoa já teve contato com o vírus -, mas apenas cerca de dez dias após o contato. No fim do mês passado, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu o teste sorológico na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde. No entanto, uma decisão judicial suspendeu a decisão da agência.

Aquisição

A Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) homologou licitação para adquirir 3,6 mil comprimidos do remédio azitromicina da empresa Amazon Comércio de Produtos Hospitalares pelo valor total de R$ 12.204.

Obra

Em Apuí, a administração municipal contratou a empresa a L. F. C. dos Santos para conclusão da quadra escolar coberta com vestiário da Escola Municipal Pedro Álvares Cabral, localizada no Distrito de Sucundurí, pelo valor de
R$ 238.881,17.

Apuração

O procurador da República Armando César Marques de Castro instaurou inquérito civil para apurar denúncias no âmbito do Conselho Regional de Enfermagem do Amazonas.

Motivo

Segundo o órgão ministerial serão apurados casos envolvendo “a contratação de familiares e amigos do presidente do Conselho como assessores, excessivos gastos com diárias e passagens sem necessidade; gastos vultosos com projeto de nova sede; e registro irregular de pessoa que não tem formação de auxiliar de enfermagem”.

Consumidor

O Tribunal (TJAM) de Justiça do Amazonas negou recurso da empresa Mercado Livre.Com Atividades de Internet Ltda. e confirmou decisão de 1.º Grau que a condenou a indenizar em R$ 7 mil um comprador que utilizou a plataforma eletrônica para comprar um produto, mas esse não foi entregue.

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