Especialistas em segurança propõem agenda de debates

Na sexta-feira, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para “acompanhar a construção do Presídio Federal de Segurança Máxima no município de Iranduba”

Manaus- Voltou à tona discussão a respeito de um presídio federal em Iranduba. Na sexta-feira, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para “acompanhar a construção do Presídio Federal de Segurança Máxima no município de Iranduba e com vinculação à 7ª Câmara de Coordenação e Revisão”, afirma em portaria publicada na última sexta-feira. Procurado para comentar o assunto, o Secretário de Estado de Administração Penitenciária (Seap), Cleitman Rabelo, negou haver iniciativa para a construção da Unidade Prisional. Em novembro do ano passado, a Região Metropolitana de Manaus discutiu sobre as obras do presídio de segurança máxima que deve ser construído na cidade amazonense. Representantes da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-AM), do Ministério da Justiça e da Prefeitura de Iranduba participaram do encontro. Uma audiência pública vai ser realizada, na primeira semana de dezembro. A previsão é que o presídio federal comece a ser construído em Iranduba, em janeiro de 2018.

Gratificação

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) publicou portaria estabelecendo o pagamento de gratificação a servidores que se exponham a condições insalubres ou perigosas de trabalho. Em caso de periculosidade, a gratificação é de 20% no salário.

Vigilância

A Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Amazonas contratou a empresa Tawrus Segurança e Vigilância Ltda. para prestar serviços de segurança no órgão no Estado ao custo de R$ 582,5 mil por sete meses de serviço.

Negociação

Na sexta-feira à noite, o prefeito Arthur Neto foi para a estrada de acesso à Refinaria conversar com os caminhoneiros que bloqueavam a área. Ouviu reivindicações e apontou a necessidade do abastecimento para evitar prejuízos à sociedade.

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