Grupos de WhatsApp bolsonaristas defendem reforma da Previdência

Além de textos de defesa da medida, as comunidades elegeram um alvo comum: o Supremo. Montagens também pedem o “fim do STF”

(Foto: Adailton Damasceno/Estadão)

Manaus – Liderados por bolsonaristas, grupos de WhatsApp que tinham sido desativados após a campanha voltaram a operar. A retomada coincidiu com o apelo da cúpula do Congresso para que o presidente religasse, em nome da reforma da Previdência, a rede de contatos que o ajudou a chegar ao Planalto. Além de textos de defesa da medida, as comunidades elegeram um alvo comum: o Supremo. Montagens também pedem o “fim do STF”.

Escola

A Prefeitura de Humaitá publicou termo para contratar a empresa Plastifex Empreendimentos da Amazônia Ltda. por R$ 4 milhões para execução da obra e serviço de engenharia referente à construção da Escola Municipal José Cezário Menezes de Barros com 12 salas de aula.

Desafios

A euforia dos mercados pela chegada de Jair Bolsonaro ao poder diminuiu diante das dificuldades na reforma da Previdência, dos fracos dados econômicos e da caótica gestão política dos dois primeiros meses do governo, indicam analistas.

Sigilo

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou por unanimidade, a indenização de R$ 400 mil ao caseiro Francenildo dos Santos Costa pela quebra de sigilo bancário, no caso Palocci.

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, lança o documentário “Índio Velho: memória ancestral”, sobre a pessoa idosa indígena: seu modo de vida, perspectivas, visões culturais e espirituais (Foto: José Cruz/ABr)