Guedes atesta que pressão política elevou Auxílio Brasil

O presidente disse que nenhuma família poderia receber menos de R$ 400

Brasília – O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a afirmar que a proposta de ampliar o Bolsa Família, transformado em Auxílio Brasil, a R$ 400 ocorreu por pressão política, citando que a equipe econômica queria aumentar o benefício a R$ 300, dentro do teto, mas foi impedida pelo volume de pagamentos de precatórios em 2022 e pelo “imperativo político” da renda básica. ”Ideias de aperfeiçoamento do Bolsa Família perderam espaço para renda básica. O presidente disse que nenhuma família poderia receber menos de R$ 400. Todos aqueles critérios de focalização foram batidos pelo apelo fortíssimo da renda básica”, afirmou. Mais uma vez, o ministro negou que a PEC dos Precatórios seja uma maneira de burlar o teto de gastos para abrir espaço para o programa social em maior valor. “Ao contrário do que dizem, o arcabouço fiscal brasileiro não está sendo derrubado. Não estamos furando o teto, estamos lutando justamente para colocar os precatórios embaixo do teto”, acrescentou.

Policiais

O Ministério Público do Amazonas (MP-AM) obteve liminar que impõe ao Estado a recomposição do efetivo policial que atua no Município de Beruri. Conforme a decisão, no prazo de 90 das, o Governo do Amazonas deve providenciar a lotação permanente de 11 novos agentes policiais.

Reconhecimento

Tramita na Câmara Municipal de Manaus (CMM) proposta para que seja concedida a Medalha de Ouro ‘Cidade de Manaus’ ao conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Mario Manoel Coelho de Mello, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à cidade de Manaus e ao Estado do Amazonas.

Audiência 1

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia (Cindra), da Câmara Federal realizou Audiência Pública que debateu a homologação do Tombamento do Encontro das Águas, entre o Rio Negro e o Rio Solimões, no Estado do Amazonas.

Audiência 2

Durante as discussões, o deputado federal Zé Ricardo (PT/AM) cobrou a homologação do Tombamento do Encontro das Águas, que, após dez anos de definição, ainda não foi oficializado e é ação no Supremo Tribunal Federal (STF).

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