IBGE: negros recebem até 31% menos que brancos

A renda média domiciliar per capita dos pretos ou pardos foi de R$ 934 em 2018, metade do que era recebido pelos brancos, de R$ 1.846

Brasília – Trabalhadores negros têm mais dificuldade de encontrar um emprego se comparados aos brancos, mesmo quando possuem a mesma qualificação. Quando trabalham, recebem até 31% menos segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As desigualdades no País se refletem em menos oportunidades e menos renda. A renda média domiciliar per capita dos pretos ou pardos foi de R$ 934 em 2018, metade do que era recebido pelos brancos, de R$ 1.846. Em todos os níveis de instrução, a taxa de desemprego é mais elevada entre a população preta ou parda do que entre a população que se autodeclara branca. Entre os que têm Ensino Superior completo, a taxa de desemprego é de 5,5% para os brancos, mas sobe a 7,1% entre pretos e pardos. Em 2018, os trabalhadores ocupados de cor branca tinham rendimento por hora trabalhada superior ao da população preta ou parda em todos os níveis de instrução. A maior diferença foi no nível superior completo: os brancos recebiam R$ 32,80 e pretos e pardos, R$ 22,70.

Extração irregular

Em meio a discussão nacional sobre garimpos na Amazônia, o juiz federal Hiram Armênio Xavier Pereira condenou duas pessoas a um ano de detenção por extração irregular de ouro sem licença ambiental no leito do Rio Madeira no entorno da Floresta Nacional de Humaitá.

Cultura

A Associação Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) publicou extrato para dispensar licitação para contratara empresa Alpha Produções e Eventos pelo valor de R$ 90 mil para contratação emergencial visando serviços de operacionalização para atender ao Festival Amazonas de Dança (FAD).

Comércio

O prefeito Arthur Neto inaugura, às 10h30 desta quinta-feira, as 2ª e 3ª etapas da Galeria dos Remédios, que irão abrigar mais 311 novos microempreendedores em mais de 8,3 mil metros quadrados de área construída.

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