MPF alerta para golpe em venda de vacinas da Covid

O Ministério Público Federal (MPF) alerta os gestores públicos para terem cautela com propostas de venda de vacinas contra a Covid-19

Brasília – O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Federal (MPF) alerta para os gestores públicos terem cautela com propostas de venda de vacinas contra a Covid-19. O Gaeco foi informado de que vários municípios do Paraná, por meio dos prefeitos e secretários de Saúde, estão sendo procurados por supostos representantes de laboratórios estrangeiros oferecendo vacinas contra a Covid-19. Porém o vendedor não apresenta nenhuma comprovação, nem do vínculo com o laboratório estrangeiro, nem da eficácia da suposta vacina, além de pedir 20% do valor da compra adiantado, o que aponta um possível crime de estelionato. O grupo entende a urgência da aquisição de vacinas por conta do estado da pandemia no Brasil, mas alerta os prefeitos e secretários de Saúde para terem certeza de que os supostos vendedores são de fato representantes de laboratórios conceituados, com apresentação de documentação comprobatória.

Vacinação 1

O deputado estadual Delegado Péricles pediu que o Ministério da Saúde avalie a inclusão de pessoas com Síndrome de Down no Plano Nacional de Imunização (PNI).

Vacinação 2

A mesma solicitação – feita via requerimento – também foi encaminhada para as secretarias municipal e estadual de saúde e considerou, principalmente, a predisposição dessas pessoas ao desenvolvimento de infecções respiratórias, além de outras comorbidades.

Zoológico

A Fametro planeja reabrir ainda este ano o zoológico do Tropical Hotel, para visitação pública, e o ginásio do local, para realização de eventos.

Visitação

A proposta, segundo a reitora da Fametro, Maria do Carmo Seffair, é que os visitantes possam aos poucos voltar a aproveitar os espaços do local, que é um símbolo do turismo no Amazonas, enquanto são realizadas as obras de reforma do hotel.

Contas

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou regular com ressalvas as contas de Renan Castro Maia, diretor da Companhia Humaitense de Águas e Saneamento Básico (Cohasb) em 2018, e aplicou multa de R$ 22,4 mil.

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