MPF ouve sociedade sobre censura nas redes sociais

Poderão atender ao chamamento qualquer cidadão, entidades públicas e privadas, organizações, movimentos sociais etc

Manaus – O Ministério Público Federal (MPF) publicou Chamamento Público com o objetivo de promover a coleta de informações, reclamações e representações acerca de postagens de usuários brasileiros, relacionadas à Covid-19, que eventualmente tenham sido objeto de suposta censura ilícita por parte dos provedores de aplicativos Facebook e Instagram. Poderão atender ao chamamento qualquer cidadão, entidades públicas e privadas, organizações, movimentos sociais etc. que possuam os elementos pertinentes ao objeto da investigação. Os chamados terão até o próximo dia 12 de março para enviar ao MPF os elementos pertinentes à investigação. As manifestações deverão conter, obrigatoriamente, as seguintes informações: nome e e-mail de contato do manifestante; nome de usuário e endereço de e-mail vinculados à conta que teria sofrido a suposta censura ilícita por parte dos provedores de aplicativos Facebook e Instagram; e relato detalhado sobre as circunstâncias referentes à suposta censura ilícita praticada.

Luvas

 

A Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ) dispensou licitação para contratar a empresa M. do S. da Silva a custo de R$ 525 mil aquisição de luvas de procedimento. Portaria com a determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), assinada pelo diretor-presidente da Fundação, Ayllon Menezes de Oliveira

 

Pacientes 1

 

Citando o colapso da saúde no Amazonas, a deputada federal pelo Amapá Aline Gurgel (Republicano) apresentou projeto na Câmara dos Deputados para regulamentar a transferência de pacientes entre municípios e entre Estados em situações de perigo iminente, de calamidade pública ou epidemias.

 

Pacientes 2

 

Segundo a parlamentar o objetivo é “a criação de uma estrutura e de um plano para fazer frente a situações semelhantes que possam ocorrer no futuro, amparando os pacientes e preservando os serviços de saúde”.

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