MPF quer anular nomeação de concursado por fraude

O homem participou do processo seletivo público da Transpetro, em 2018, e foi aprovado na modalidade de vagas destinadas “aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição no concurso público”

Manaus – O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça contra a Transpetro e um analista de comercialização e logística júnior – transporte marítimo por falsa declaração étnico-racial, ao disputar reserva de vagas destinada a candidatos negros. Felipe participou do processo seletivo público da Transpetro, em 2018, e foi aprovado na modalidade de vagas destinadas “aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição no concurso público”.

Tendo comparecido à fase de avaliação fenotípica presencial, o candidato obteve a aprovação de três dos cinco componentes da banca instaurada para aferição da veracidade das autodeclarações. Entretanto, em imagens do candidato enviadas para instruir o inquérito em trâmite no MPF, “depreende, nitidamente, tratar-se de pessoa branca”. Outro ponto considerado pelo MPF é a possível ascendência negra alegada pelo candidato. Comprovou-se que tanto os pais quanto os avós de Felipe são brancos, segundo provas colhidas na investigação.

Futebol

O GRUPO DIÁRIO DE COMUNICAÇÃO (GDC) continua sua atuação para prestigiar o futebol amazonense e, partir das 16h deste sábado (3), inicia as atividades de transmissão da partida entre o Manaus FC e o Jacuipense, da Bahia. Ás 16h, a RÁDIO DIÁRIO 95,7 FM faz o pré-jogo com análise e expectativa para a partida e às 17h transmitirá a partida válida pela série D do Campeonato Brasileiro, direto da Arena da Amazônia.

Proteção 1

Um Projeto de Lei (PL) de autoria do deputado Saullo Vianna (PPS) quer que o Instituto Médico Legal (IML) priorize tanto o atendimento quanto a emissão de laudos às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

Proteção 2

A proposta, apresentada à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE) no retorno das atividades plenárias, ressalta a preocupação do deputado em minimizar o sofrimento das vítimas, uma vez que dá o prazo de 24 horas para emissão do laudo.