PF: Lobo pagou R$ 600 mil de entrada em apartamento

Afirmação vem de análise financeira da compra de um apartamento, no valor de R$ 1.150.000,00, na Rua Fortaleza, no bairro Adrianópolis, em Manaus, pelo ex-secretário de Melo | Claro & Escuro

PF: Lobo pagou R$ 600 mil de entrada em apartamento

Em análise financeira da compra de um apartamento, no valor de R$ 1.150.000,00, na Rua Fortaleza , no bairro Adrianópolis, em Manaus, pelo ex-secretário da Fazenda do Estado Afonso Lobo, no âmbito da operação Custo Político, a Polícia Federal diz que ele conseguiu pagar R$ 600 mil de entrada, em espécie ou através de contas de terceiros, mais 11 prestações mensais de R$ 50 mil. “Acontece que, ao analisar o extrato bancário do Sr. Afonso, não foi possível identificar nenhuma transação referente a esse sinal de R$ 600 mil, durante todo o período de junho de 2015, foram movimentados apenas R$ 68.210,95 em débito, levando a crer que esse sinal foi possivelmente pago em espécie ou através de contas de terceiros”, diz o levantamento da PF. Em meados de dezembro passado, foi deflagrada a operação Custo Político, que prendeu 12 pessoas, entre elas ex-secretários estaduais de pastas como Saúde, Fazenda, Administração e Casa Civil, além de um coronel da Polícia Militar. Conforme as investigações, o grupo recebeu, pelo menos, R$ 20 milhões em propina.

Milhões em propina 1

Levantamento do total estimado de vantagens indevidas recebidas por Evandro Melo na operação Custo Político é da ordem de R$ 5,74 milhões, sendo R$ 5,4 milhões em propina.

Milhões em propina 2

As investigações apontam que o ex-secretário de Estado de Administração e irmão do ex-governador, Evandro Melo, era uma espécie de intermediário entre Mouhamad e José Melo.

Só pelo sistema

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) resolveu que o requerimento de obtenção de licenças será realizado exclusivamente pelo seu sistema informatizado.

Cessão de fuzis

A Secretaria de Segurança Pública do Estado firmou termo de cessão de uso de 30 fuzis 7,62, modelo M964, com 60 carregadores, para a Polícia Civil.

Ainda a Umanizzare

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária apura o motivo pelo qual a Umanizzare não instalou telas de revestimento nas quadras do Instituto Penal Antônio Trindade.

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