PGR defende que Wilson Lima seja obrigado a depor na CPI

A defesa de Lima, porém, disse que o recurso teria perdido sentido depois de o STF ter liberado governadores de comparecer à CPI

Brasília – O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu no STF (Supremo Tribunal Federal) que o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), “seja obrigado a comparecer” à CPI da Covid. A informação é do site UOL e divulgada, ontem, Segundo o portal, em manifestação de Aras, apresentada na noite da última sexta-feira, 2, apoia o pedido da CPI, que recorreu da decisão da ministra Rosa Weber, que permitiu que Lima não fosse à comissão no Senado prestar depoimento no mês passado. A ministra é relatora no STF da ação movida por Lima contra a convocação. A defesa de Lima, porém, disse que o recurso teria perdido sentido depois de o STF ter liberado governadores de comparecer à CPI. Na tarde desta segunda-feira (5), a ministra julgou “prejudicado” o recurso. Além desse ponto, o advogado do governador, Antônio Nabor Bulhões, avaliou que, apesar de a comissão indicar que quer ouvi-lo como testemunha, tem como “objetivo claramente visado o de investigá-lo criminalmente”, citando a Operação Sangria, sobre delitos relacionados à dispensa de licitação.

Contas

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) marcou para a próxima quarta-feira, a apreciação das contas do governador do Amazonas Wilson Lima do ano de 2019. O relator do processo é o conselheiro do tribunal Ari Moutinho Júnior.

Justiça 1

O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região – Amazonas e Roraima (TRT-11) já está com as inscrições de processos abertas para o Dia Regional da Conciliação, que acontecerá em 6 de agosto.

Justiça 2

Interessados em agendar uma audiência de conciliação em processos na fase de conhecimento têm até o dia 30 de julho para inscrever seu processo através de formulário eletrônico disponível no site do TRT-11.

Violência

O presidente do PSDB-AM, Arthur Virgílio Neto, condenou atos de agressões ocorridos na manifestação contra o governo federal, no último sábado (3), em São Paulo, que ele qualificou como tentativa de reinserir a violência na política. “Política se faz com o cérebro e o objetivo é aglutinar e pacificar. Não se faz política com os cascos, nem com o baixo sentimento do ódio”, disse.

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