PL pune quem divulga infração de trânsito em redes sociais

A proposta determina a cassação da habilitação em caso de reincidência no período de um ano

Brasília -A Comissão de Viação e Transportes aprovou projeto que prevê a suspensão do direito de dirigir por 12 meses do motorista que cometer infração gravíssima, como racha ou corrida de arrancada, e exibi-la nas redes sociais, individualmente ou com ajuda de terceiros. A proposta determina a cassação da habilitação em caso de reincidência no período de um ano. Se não tiver o documento, o motorista ficará impedido de tirá-lo pelo prazo equivalente ao da cassação ou da suspensão, conforme cada caso. O texto permite ainda que o condutor seja punido pelo órgão de trânsito no prazo de 12 meses após a divulgação do vídeo, mesmo que o tenha tirado do ar. Além disso, a pessoa responsável pela divulgação das imagens poderá ser punida com multa de natureza gravíssima multiplicada por 10. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), a projeto da deputada Christiane de Souza Yared (PL-PR) e a PL do deputado João Daniel (PT/SE).

Material

A Maternidade Ana Braga dispensou licitação para contratar, pelo valor global de R$ 100.060,08, a empresa MWP Amorim Ltda. para fornecer serviços em fornecimento de material hospitalar, para atender uma situação emergencial.

Segurança

O deputado Dermilson Chagas afirmou que a Escola Estadual Sólon de Lucena, na zona centro-sul de Manaus, vem sofrendo assaltos consecutivos, sem que se tomem uma providência para resguardar a vida de alunos, professores e servidores administrativos da unidade escolar.

Tarumã

No último dia 20, a Fundação Amazonas de Alto Rendimento (Faar) realizou licitação para contratar empresa para fazer serviços de organização e execução de evento para a realização do torneio de pesca esportiva Amigos do Tarumã.

Libras 1

Dando ênfase à importância em promover a acessibilidade na Casa, a Assembleia Legislativa do Estado (ALE) foi um dos primeiros parlamentos do Brasil a ter intérprete de Libras, ainda no ano de 2002. O atual intérprete de Libras da ALE, Marlison Barral de Azevedo, recorda que somente após a Assembleia inserir um intérprete nas sessões, a língua foi oficializada no Brasil pela Câmara Federal.

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