Preços abusivos em portos decorrem de regulação frágil

Conclusão é de auditoria operacional realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para verificar os principais entraves, denominados “gargalos”, que impactam a eficiência dos portos brasileiros

Manaus – Fragilidades na regulação de serviços portuários pelo setor público permitem a prática de preços abusivos no segmento de contêineres. Essa foi uma das conclusões da auditoria operacional realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para verificar os principais entraves, denominados “gargalos”, que impactam a eficiência dos portos brasileiros. O objetivo foi identificar oportunidades de redução de tempo de liberação de cargas e de custo para o usuário. O relator do processo é o ministro Bruno Dantas do tribunal. O trabalho identificou ineficiências que aumentam o tempo e o custo do trâmite da carga para os usuários dos portos, tanto para importadores quanto para exportadores. Essas fragilidades não se referem apenas ao terminal portuário, mas a todo o trâmite durante o transporte de cargas nos portos. Na importação, o ciclo vai desde a chegada do navio até o desembaraço completo dos produtos e, no caso da exportação, o trâmite vai da chegada da carga no porto até o seu embarque no local final de chegada.

Crianças

Em alusão ao Dia da Criança, comemorado ontem, o governador Amazonino Mendes (PDT), candidato à reeleição, postou um vídeo nas redes sociais em que deseja que todas as crianças do Amazonas virem doutoras e dando muito orgulho a todos.

Redes sociais

O candidato a governador Wilson Lima (PSC) também fez homenagem às crianças em postagem em redes sociais afirmando que está nas mãos de todos mudar o futuro de cada uma delas no Amazonas.

Prato cidadão

Sessenta mil pessoas foram atendidas no programa Prato Cidadão no Amazonas entre janeiro e agosto deste ano, segundo dados da Secretaria de Assistência Social do Amazonas (Seas). O programa atende pessoas e famílias residentes nas localidades e comunidades adjacentes, próximo dos restaurantes.

Clube de mães

O Ministério Público do Amazonas (MP-AM) publicou recomendação a presidente do Clube das Mães do Japiinlândia para que observe com bastante rigor o estatuto da Associação, principalmente, no que se refere a regular realização de eleições para o cargo de presidente da instituição.

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