Prefeitura aguarda vacinas do MS para atingir novos grupos

O município informou que está utilizando o saldo das quatro remessas já recebidas, destinadas especificamente para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde

Manaus – A Prefeitura de Manaus informou nesta quinta-feira (11) que a ampliação da imunização dos grupos prioritários está condicionada ao recebimento de novas remessas de vacina, feitas pelo Ministério da Saúde (MS). O município informou que está utilizando o saldo das quatro remessas já recebidas, destinadas especificamente para os grupos prioritários definidos pelo MS, com a aplicação da primeira dose e também da segunda dose, esta última, para os que já alcançaram o tempo de intervalo recomendado entre as aplicações. E esclarece que ainda não foi confirmada a data e a quantidade de novas remessas a serem feitas pelo governo federal e, por este motivo, não é possível iniciar, de imediato, a ampliação da campanha para novos grupos, ao citar a audiência pública no Senado Federal, na tarde desta quinta-feira, quando o o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, manifestou a intenção de vacinar todas as pessoas a partir dos 50 anos, no Amazonas, observando, no entanto, que esta ampliação depende da disponibilidade de novas doses.

Coari

O promotor de Justiça Thiago de Melo Roberto Freire instaurou procedimento para fiscalizar o cumprimento das diretrizes estabelecidas pelo Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 pelo Município de Coari.

Regularização

O Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) avalia 2,8 mil peças técnicas para a regularização fundiária de moradores dos bairros São José Operário e Colônia Antônio Aleixo.

Juruá

No município de Juruá, a promotora Adriana Monteiro Espineira recomendou que a prefeitura informe em seu site os dados e informações relativos ao Plano Nacional de Imunização, bem como a relação das pessoas vacinadas até as 19hs.

Transporte

A Fundação Estadual do Indio (FEI) dispensou licitação para contratar a empresa Bremmer Dirane Rufo ao custo de R$ 1,072 milhão para alugar embarcação para atuar nas calhas dos rios do Amazonas que, segundo a Fundação, se destinam a atender a situação emergencial.

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