Venezuela e Cuba têm R$ 2,3 bi em atraso com BNDES

Se esses países não honrarem o pagamento, o governo brasileiro terá de cobrir o calote. O caso mais grave de inadimplência é o da Venezuela: os atrasos começaram em setembro de 2017 e já somam R$ 1,6 bilhão

Brasília – Venezuela, Cuba e Moçambique somam R$ 2,3 bilhões em dívidas atrasadas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Se esses países não honrarem o pagamento, o governo brasileiro terá de cobrir o calote. O risco de não pagamento apenas de Venezuela e Cuba levou o banco a registrar perdas de R$ 4,4 bilhões no balanço de 2018. A cifra equivale a tudo que o BNDES ainda tem a receber dos dois países. Impulsionados nos governos do PT, os financiamentos do banco para obras no exterior foram muito criticados por economistas, que viam nas operações excesso de subsídios para beneficiar grandes construtoras, contratadas pelos governos estrangeiros para tocar os projetos e que acabaram alvo das investigações da Operação Lava Jato. O caso mais grave de inadimplência é o da Venezuela: os atrasos começaram em setembro de 2017 e já somam R$ 1,6 bilhão. Entre as obras financiadas nos países estão o Porto de Mariel, em Cuba, e o metrô de Caracas.Os empréstimos do BNDES ao exterior são cobertos pelo Tesouro.

Facções

Em passagem por Manaus, o juiz Paulo Augusto Oliveira Irion, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul afirmou ser preciso, com urgência, enfrentar o problema da superlotação das unidades prisionais e o domínio das facções criminosas em todos os Estados brasileiros.

Justiça

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região – Amazonas e Roraima (TRT11), desembargador Lairto José Veloso, dará posse, hoje, a 11 novos juízes do trabalho, aprovados em concurso público. Os novos megistrados são formados por seis homens e cinco mulheres.

Comissionados

O deputado estadual Dermilson Chagas (PP) afirmou, nesta quinta-feira (4), na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) que os servidores comissionados dos grupo de trabalho da Secretária de Estado de Educação (Seduc) terão o aumento de 116,11% no salário.

Metas fiscais

Em maio, a Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa começará as audiências de avaliação das metas fiscais do Estado, com os dados da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

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