A vigilância de fronteiras pode parar, diz Villas Boas

Comandante do Exército usou as redes sociais para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo | Claro & Escuro

A vigilância de fronteiras pode parar, diz Villas Boas

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou as redes sociais para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo. A crítica foi feita em seu perfil no Twitter. Os recursos hoje disponíveis nos caixas do Exército são suficientes para que se chegue apenas até o mês de setembro. “Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites”, disse o general no microblog, ao falar sobre as dificuldades que a instituição está enfrentando e o grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras. A principal queixa dos militares é de que o governo federal impõe seguidas missões ao Exército em todas as áreas, mas a equipe econômica não repassa os recursos necessários para o desempenho dos trabalhos. A última delas foi no Rio, com uma nova ida de tropas para as ruas, para tentar oferecer segurança à população.

Trânsito monitorado

O monitoramento do trânsito estará reforçado neste domingo, com 326 agentes posicionados nos principais corredores de tráfego onde estão situados os maiores colégios eleitorais de Manaus.

Ruptura

Os chanceleres do Mercosul decidiram suspender a Venezuela do bloco – formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – por ruptura da ordem democrática.

Ministro: rejeição da denúncia dá ‘mais estabilidade’

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, avaliou que a rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer dará “mais estabilidade” ao Brasil. O principal argumento dos aliados do presidente foi “pela estabilidade política e econômica”.

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