Wilson Lima pode ser primeiro governador na CPI

Os senadores adiantaram o depoimento do governador Wilson Lima para quinta-feira, 10, após a Operação Sangria, da Polícia Federal, ter sido deflagrada no Estado

Manaus – Além do retorno do ministro da Saúde Marcelo Queiroga na terça-feira, 8, a CPI da Pandemia tem outros depoimentos agendados nesta semana, entre eles, o do ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Elcio Franco e o do governador do Amazonas, Wilson Lima. Ele será o primeiro gestor estadual a comparecer ao colegiado. São quatro reuniões. Na quarta-feira, 9, a CPI ouve Elcio Franco, que integrou a equipe do ex-ministro Eduardo Pazuello. Os senadores adiantaram o depoimento do governador Wilson Lima para quinta-feira, 10, após a Operação Sangria, da Polícia Federal, ter sido deflagrada no estado para investigar desvios na saúde. Lima foi um dos alvos da operação. A oitiva estava prevista inicialmente para o dia 29. A convocação de governadores é alvo de ação no Supremo Tribunal Federal (STF). A relatora é a ministra Rosa Weber. Os gestores estaduais pedem a suspensão de “qualquer ato da CPI da Pandemia referente à convocação para depoimento de governadores de estado e do Distrito Federal”.

Pós-prisão

O secretário de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) Marcellus Campelo – preso na semana passada pela Polícia Federal – saiu da cadeia e repetiu o ato de dois outros secretários presos, e pediu demissão.

Refeições

No âmbito da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) foi prorrogado, por um ano, dois contratos que irão custar R$ R$ 24 milhões aos cofres públicos. As empresas Triseven Serv de Construção de Edifícios e Fornecimento de Alimentos e AJ Refeições Ltda. irão fornecer alimentos aos presídios do Amazonas.

Pós-prisão

O Procurador-Geral de Justiça do Amazonas, Alberto Nascimento Júnior emitiu nota, ontem, afirmando que o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apura os envolvidos nas práticas e antecedentes dos recentes ataques ocorridos no Amazonas.

Ataques 2

Segundo o procurador, as investigações correm sob sigilo e, tão logo seja possível, “haverá a devida publicidade, que vigora como regra para os atos do poder público, dando-se a devida transparência e retorno para a sociedade”.

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