Segurança alimentar e nutricional de população em vulnerabilidade social é reforçada

Refeições das Cozinhas Comunitárias e do Restaurante Popular, iniciativas da Prefeitura de Manaus, buscam fortalecer o sistema imunológico dos frequentadores

Manaus – Em tempos de pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Manaus mantém, diariamente, a alimentação de qualidade para mais 2 mil cidadãos em vulnerabilidade social e econômica. Essa é a média de atendimento em cinco Cozinhas Comunitárias e mais três espaços de atendimento às pessoas em situação de rua.

(Foto: Altemar Alcantara/Semcom/Divulgação)

As Cozinhas Comunitárias estão localizadas nos bairros Colônia Oliveira Machado, Vila da Felicidade, Colônia Antônio Aleixo, Santo Agostinho e Val Paraíso. Todas são administradas pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc) e cada unidade fornece 200 refeições gratuitas, todos os dias, na hora do almoço. Do público atendido, 60% é da população que vive em situação de rua.

Outro equipamento de segurança alimentar da Prefeitura de Manaus é o Restaurante Popular, onde são servidas 500 refeições diárias, de segunda a sexta-feira, a partir de 11h30 até 12h45, no valor de R$ 1.

População de rua

O atendimento aos moradores de rua também foi intensificado e, além do trabalho já desenvolvido no Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop) e no Serviço de Acolhimento Institucional Amine Daou Lindoso (SAI), a Prefeitura de Manaus disponibilizou um novo espaço de atendimento para esse público, em parceria com o governo do Estado, no Centro de Convivência Estadual do Idoso (Ceci) da Aparecida.

A capacidade do novo local é de ofertar, diariamente, 250 refeições (almoço), além de higienização para o público. O atendimento no Ceci recebe o apoio das Organizações da Sociedade Civil (OSC), Nova e Eterna Aliança, Vida Alegre, Casa de Sara, Desafio Jovem, Mais Amor e Nacer.

No Centro Pop, são oferecidos café e almoço, de segunda a sexta-feira, no total de cem refeições, enquanto no SAI Amine Daou, que acolhe provisoriamente 30 adultos do sexo masculino, com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, a alimentação diária conta com café, almoço e jantar.

Indígenas venezuelanos

Atualmente, a Semasc acolhe 603 indígenas venezuelanos da etnia warao. Durante a pandemia da Covid-19, as famílias que estão no espaço de acolhimento provisório localizado no Centro de Manaus receberão cestas básicas, semanalmente, para ajudar na nutrição e fortalecimento do sistema imunológico dos acolhidos.

Já os indígenas que estão sendo remanejados do espaço de acolhimento do bairro Alfredo Nascimento, desde a última quinta-feira (2), receberão alimentação diária (café, almoço e jantar) nos novos locais de acolhimento. Dos mais de 500 acolhidos no espaço, 157 já foram transferidos para um centro esportivo, na zona oeste.

O remanejamento continuará por toda a semana para diferentes espaços de acolhimento, seguindo as orientações dos órgãos sanitários, para evitar aglomeração de pessoas.

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